“Tudo indica” que ida de Bolsonaro à ONU será liberada, diz porta-voz

Otávio Rêgo Barros informou que presidente fará nova avaliação médica na sexta-feira em hospital de Brasília. Viagem está marcada para 2ª

Igo Estrela/MetrópolesIgo Estrela/Metrópoles

atualizado 17/09/2019 21:55

O porta-voz da Presidência da República, general Otávio Rêgo Barros, disse nesta terça-feira (17/09/2019) que apenas após avaliação médica, agendada para sexta-feira (20/09/2019), será confirmada a viagem do presidente Jair Bolsonaro (PSL) para participar da Assembleia Geral da ONU, em Nova York.

“Tudo indica, a recuperação do presidente é muito positiva, que ele (médico) dará a confirmação e nós embarcaremos”, avaliou Rêgo Barros.

A reavaliação médica de Bolsonaro deve ser feita no Hospital DF Star, em Brasília, por equipe comandada pelo médico Antonio Luiz Macedo. Segundo Rêgo Barros, o presidente apresenta “melhora clínica progressiva” e segue orientações sobre alimentação, fisioterapia, descanso e restrições de visitas e despachos.

O presidente foi submetido a uma cirurgia, em São Paulo, no último dia 8 para correção de uma hérnia incisional, decorrente do ataque à faca que sofreu durante a campanha eleitoral de 2018, em Juiz de Fora (MG). Bolsonaro retornou na tarde de segunda-feira (16/09/2019) a Brasília e reassumiu a Presidência nesta terça. O presidente tem recebido ministros no Palácio do Alvorada.

Assembleia da ONU
Antes de discursar na abertura na abertura da Assembleia Geral da ONU, no próximo dia 24, Bolsonaro terá encontro com o secretário-geral da instituição, António Guterres, disse o porta-voz. Ainda segundo o general, não há previsão de outros encontros bilaterais do presidente, mas a agenda pode ser alterada.

Se houver a liberação médica, a comitiva de Bolsonaro partirá de Brasília para Nova York às 20h do próximo dia 23. O retorno ao Brasil será no dia 25, com escala em Dallas, no Texas, onde o presidente deve se encontrar com empresários do setor de tecnologia. O Planalto não confirma quais ministros devem acompanhar Bolsonaro.

Uma delegação mais ampla do Brasil, mas sem o presidente, deve participar de 17 a 27 de setembro das atividades na ONU.

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