Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

Policial confessou ter matado namorada ao cunhado dela, por telefone

Familiar da vítima diz que policial penal tinha comportamento agressivo e confessou assassinato na manhã do crime

17/08/2025 17:12, atualizado 17/08/2025 17:13
Reprodução/Redes Sociais
Rodrigo Caldas, policial penal suspeito de matar a namorada em BH, teria ligado para cunhado para confessar o crime

O policial penal Rodrigo Caldas (fotos em destaque), suspeito de matar a namorada a facadas em Belo Horizonte (MG), teria ligado para o cunhado da vítima para confessar o crime.

Priscila Azevedo Mundim foi assassinada nesse sábado (16/8) em um apartamento na Rua Vereador Geraldo Pereira, no bairro Padre Eustáquio, na região noroeste da capital, após uma briga com o suspeito.

A informação foi dada à TV Globo por Leonardo Alves, marido da irmã de Priscila. O suspeito teria admitido ser o autor do assassinato ainda na manhã do dia do crime.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

“A irmã e a mãe da Priscila tentaram contato e não conseguiram. Resolvemos ir lá ver o que de fato podia ter acontecido e, quando nós chegamos à residência, eu continuei de forma bem insistente a ligar, ao ponto de ele atender o telefone. Ele simplesmente falou: ‘Irmão, fiz merda’”, declarou o cunhado da vítima durante o velório.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

Suspeito tentou se matar após crime

O policial tentou se matar cortando a barriga e foi socorrido pelo Samu, sendo encaminhado ao Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, que não divulga o estado de saúde do paciente.

O corpo de Priscila foi encontrado com marcas de violência e muito sangue. A polícia acredita que a discussão entre o casal tenha começado ainda durante a madrugada. Na noite anterior, eles estiveram na casa de Leonardo Alves, onde discutiram por motivos banais, incluindo uma brincadeira sobre futebol e uma selfie na qual Rodrigo exigiu que ele aparecesse e fosse publicada.

Segundo Leonardo, o casal estava junto há cerca de cinco meses e Priscila já havia tentado terminar o relacionamento anteriormente. Rodrigo apresentava comportamento possessivo, observando cada movimento da vítima dentro do apartamento.