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Brasil

Polícia encontra veneno na casa de madrasta acusada de matar enteada

Dois irmãos tiveram tontura, língua enrolada e coloração da pele branca após comer um prato de feijão feito e servido pela mulher

Otávio Augusto21/05/2022 09:58, atualizado 21/05/2022 12:40
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Cíntia Mariano Dias Cabral

A Polícia Civil do Rio de Janeiro apreendeu um frasco de veneno para pulgas na casa de Cíntia Mariano Dias Cabral. Também foi recolhido um recipiente com feijão. Na sexta-feira (21/5), Cíntia foi presa temporariamente. Ela é investigada por supostamente ter envenenado e matado a enteada Fernanda, em março, e ainda tentar matar o irmão dela, Bruno Carvalho, 16, da mesma maneira, no último domingo (15/5).

O vidro de veneno foi encontrado numa prateleira embaixo do cooktop, na cozinha da residência.

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Fernanda Carvalho: investigação de morte por envenenamento pela madrasta
O irmão de Fernanda Cabral, Bruno, de 16 anos, foi hospitalizado com sintomas semelhantes
A madrasta das vítimas teve a prisão decretada na sexta-feira (20/5)
Cíntia Mariano Dias Cabral é acusada de envenenar os enteados
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Cíntia Mariano Dias Cabral é acusada de envenenar os enteados

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Fernanda Carvalho: investigação de morte por envenenamento pela madrasta
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Fernanda Carvalho: investigação de morte por envenenamento pela madrasta

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O irmão de Fernanda Cabral, Bruno, de 16 anos, foi hospitalizado com sintomas semelhantes
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O irmão de Fernanda Cabral, Bruno, de 16 anos, foi hospitalizado com sintomas semelhantes

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A madrasta das vítimas teve a prisão decretada na sexta-feira (20/5)
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A madrasta das vítimas teve a prisão decretada na sexta-feira (20/5)

Reprodução/Redes sociais

De acordo com investigações, os dois jovens deram entrada no Hospital Municipal Albert Schweitzer com sintomas semelhantes: tontura, língua enrolada, baba e coloração da pele branca. Isso tudo após comer um prato de feijão feito e servido pela madrasta, que mantinha relacionamento conjugal com o pai das vítimas há cerca de seis anos.

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Fernanda Carvalho, de 22 anos, foi internada com dificuldades para respirar. Ela permaneceu em estado grave por 12 dias e morreu em função de uma parada cardíaca. Já o irmão dela, um adolescente de 16 anos, foi hospitalizado com sintomas semelhantes e passou por uma lavagem estomacal.

O garoto teria relatado, após a refeição, que o feijão estava com um gosto amargo e aparentava ter bolinhas azuis. Logo depois, acabou internado, chegou a ser intubado, mas conseguiu sobreviver.

Inicialmente, a morte de Fernanda não havia sido relacionada a um homicídio. Entretanto, com a internação do irmão com sintomas semelhantes, a história virou caso de polícia e passou a ser investigada.

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