Polícia Civil acredita que namorada do delegado Bilynskyj cometeu suicídio
A versão dos policiais endossa que Priscila Delgado atirou contra o companheiro, na manhã dessa quarta, após ler mensagens no celular dele

A Polícia Civil do Estado de São Paulo classificou a morte da namorada do delegado Paulo Bilynskyj, Priscila Delgado, como suicídio. Em nota divulgada nesta quinta-feira (21/05), a corporação cita que o caso também é investigado como tentativa de homicídio.
A versão de Bilynskyj endossa que Priscila atirou contra ele, na manhã dessa quarta-feira (20/05), após ler mensagens no celular dele. De acordo com o delegado, ela efetuou seis disparos contra ele e depois deu um tiro em si mesma.
O policial e professor do Estratégia Concursos foi atingido na perna e no abdômen. Ainda de acordo com o Bilynskyj, o porteiro do prédio o encontrou no elevador após ele sair do apartamento para pedir socorro.

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Ver todasOs policiais militares acionados por vizinhos encontraram Priscila caída na sala do apartamento, ainda com vida. Ela foi encaminhada para o Hospital Green Line, mas não resistiu aos ferimentos.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesSegundo a perícia, a namorada do delegado possuía pólvora em suas mãos. Os peritos não retiraram o material do policial para exame porque ele já estava em cirurgia. Até o momento, não há indícios de que o delegado teria disparado.
O caso é investigado pelo 1º DP de São Bernardo do Campo e a Corregedoria Auxiliar do Demacro também acompanha as investigações. As equipes ainda analisam as imagens das câmeras de segurança do local e realizam a oitava de testemunhas.
















