Suspeito preso por desaparecimento de família no RS é PM

Pai, mãe e filha de uma mesma família no Rio Grande do Sul estão desaparecidos há mais de 10 dias

atualizado

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1 de 1 Imagem colorida,suspeito envolvido no desaparecimento de família no RS é preso- Metrópoles - Foto: Reprodução/TV Globo

O homem preso temporariamente nesta terça-feira (10/2) por suspeita de envolvimento no desaparecimento de três pessoas da mesma família, em Cachoeirinha, na Região Metropolitana de Porto Alegre, é um policial militar.

“A Brigada Militar informa que, na manhã desta terça-feira (10/2), a Polícia Civil e a Corregedoria-Geral da Brigada Militar realizaram a prisão temporária de um policial militar, em razão das investigações sobre o desaparecimento de três pessoas de uma mesma família de Cachoeirinha”, informou a corporação.

Segundo a Brigada Militar, em decorrência da prisão, o PM “será afastado do serviço policial, conforme previsto na legislação vigente, permanecendo a adoção de próximas providências internas condicionada à conclusão das investigações”.

Nessa segunda-feira (9/2), a Corregedoria da Brigada Militar do estado passou a colaborar com as investigações, o que levantou a suspeita de envolvimento de um militar no caso — o órgão é responsável por apurar condutas de servidores da força.

Segundo a Polícia Civil, ele é ex-companheiro de Silvana Germann de Aguiar, 48 anos, que está desaparecida com os pais dela, Isail Vieira de Aguiar, 69, e Dalmira Germann de Aguiar, desde janeiro.

Desaparecimento de família no RS

A PCRS investiga o desaparecimento dos três familiares desde o último dia 24 de janeiro, depois de Silvana — filha do casal Aguiar — desaparecer e deixar supostas pistas em seu perfil no Instagram.

Na rede social, a mulher de 48 fez uma postagem afirmando que havia sofrido um acidente de carro quando voltava de Gramado, município da Serra Gaúcha. Na mensagem, ela afirmava estar bem e sob atendimento médico.

No dia seguinte, Dalmira e Isail, os pais de Silvana, foram até a delegacia registrar o desaparecimento da filha. No entanto, encontraram o local fechado e foram embora. Após isso, o casal não foi mais visto.

Os agentes da PCRS tratam o caso como um crime, após encontrarem um projétil de arma de fogo no quintal da casa da família. Além disso, os investigadores apuram imagens de câmeras de segurança que registraram movimentação de veículos entrando e saindo da residência.

No vídeo, três carros saem em horários diferentes. Um carro vermelho chega ao local às 20h34 e permanece por alguns minutos antes de sair e, cerca de uma hora depois, o carro branco de Silvana aparece no portão de casa, mas não aparece saindo. Mais tarde, um terceiro veículo chega e, alguns minutos depois, deixa a casa.

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