PL rifa líder do partido e escala nome do União ao Senado pelo Rio

Senador Carlos Portinho foi preterido pela sigla, que indicou o prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella, para disputar a cadeira de senador

atualizado

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Jefferson Rudy/Agência Senado
Bolsonaro Posse do senador Carlos Portinho
1 de 1 Bolsonaro Posse do senador Carlos Portinho - Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O Partido Liberal (PL) decidiu que o atual líder da sigla no Senado, Carlos Portinho (PL-RJ), não disputará a reeleição pelo partido. Em acordo com a federação partidária entre União Brasil e PP, a sigla definiu que o atual prefeito de Belford Roxo, Márcio Canella (União), disputará uma das vagas, nas eleições deste ano, com o apoio da legenda.

Além de Canella, o atual governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), também será candidato ao Senado pelo PL.

As decisões foram tomadas nesta terça-feira (24/2), em uma agenda que reuniu lideranças do PL, do PP e do União Brasil, em Brasília. O encontro contou com a participação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à presidência pelo PL; do presidente estadual do PL, Altineu Côrtes; de Castro e do presidente do PP no Rio, Dr. Luizinho; e do presidente do União Brasil, Antonio de Rueda.

Segundo Flávio, a escolha de Canella foi discutida com Portinho, que teria concordado com a decisão. Aliados do senador afirmaram que ele deve ocupar algum posto na estrutura de campanha do filho de Jair Bolsonaro.

Flávio Bolsonaro também avaliou que a definição pelo nome de Márcio Canella é um “gesto” do PL à federação entre PP e União Brasil.

“Eu conversei bastante com ele hoje, e ele ainda vai, ficou de pensar, de conversar com a base dele, que estava caminhando para a tentativa de reeleição, mas é uma pessoa que eu quero ter do meu lado, inclusive no projeto nacional. E aí, vai ficar muito a critério dele, como é que ele vai querer jogar nesse time, porque eu faço questão do Portinho nesse time”, disse.

O senador indicou que a sua mãe, Rogéria Bolsonaro, poderá ser uma das suplentes de Canella. Segundo ele, o convite foi feito pelo próprio prefeito de Belford Roxo, e Rogéria ainda será consultada.

Candidato ao governo

Além da decisão sobre as candidaturas ao Senado, os dirigentes do PL também definiram que Douglas Ruas será o candidato da sigla ao governo do Rio de Janeiro nas eleições deste ano.

Por acordo, o candidato a vice-governador foi indicado pela federação partidária entre União Brasil e PP. O nome escolhido é o do ex-prefeito de Nova Iguaçu Rogerio Lisboa.

Secretário estadual de Cidades, Douglas Ruas era o nome favorito do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para a disputa. O atual governador do Rio, Cláudio Castro (PL), defendia a escolha de Nicola Miccione para a corrida ao Palácio Guanabara.

Ruas também é próximo do presidente do PL no estado, Altineu Côrtes, que articulou para consolidar o nome de seu ex-assessor como candidato. Dirigentes do PL avaliam que o secretário de Cidades é o nome com mais potencial para atrair votos no estado. Douglas Ruas é formado em Direito e policial civil. Ele iniciou a carreira política sob influência do pai, o prefeito de São Gonçalo, Capitão Nelson.

Antes de assumir a pasta no governo Castro, Ruas trabalhou em secretarias de São Gonçalo e comandou o Instituto Estadual do Ambiente (Inea). Em 2022, ele foi eleito deputado estadual, com a segunda maior votação do Rio.

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