
PL de Flávio Bolsonaro elegeu governadores em 5 estados; PT elegeu em 3
Partido Liberal foi a legenda que mais elegeu governadores próprios, seguida pelo PSD, com quatro governadores, e o PT, que elegeu três
04/10/2026 23:34, atualizado 04/10/2026 23:47

O Partido Liberal (PL), do senador Flávio Bolsonaro, elegeu governadores próprios em cinco estados do país neste domingo (4/10) e foi o partido que mais teve governadores eleitos neste 1º turno. A legenda superou o resultado do Partido dos Trabalhadores (PT), que elegeu executivos estaduais em apenas três estados.

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Das 27 unidades federativas do Brasil, 20 encerraram a corrida aos respectivos governos ainda neste 1º turno. Deste total, o PL elegeu candidatos próprios nos três estados da região Sul e em dois estados na Região Norte do país.
Governadores do PL eleitos:
- Paraná — Sérgio Moro
- Rio Grande do Sul — Luciano Zucco
- Rondônia — Marcos Rogério
- Roraima — Arthur Henrique
- Santa Catarina — Jorginho Mello
Priorizando candidatos próprios na corrida eleitoral deste ano, o desempenho do PT neste primeiro turno ficou aquém do PL e do PSD — as legendas que tiveram mais sucesso neste domingo na corrida pelo governo dos estados. Apenas três dos 13 candidatos lançados pelo PT foram eleitos.
A legenda vai ao 2º turno em apenas duas unidades federativas: no Distrito Federal, onde haverá uma disputa entre Celina Leão (PP), que é apoiada pela família Bolsonaro, e Leandro Grass (PT); e no Rio Grande do Norte, onde Alysson (União Brasil) e Cadu de Lula (PT) concorrem no dia 25 de outubro.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesGovernadores do PT eleitos:
- Bahia — Jerônimo Rodrigues
- Ceará — Elmano de Freitas
- Piauí — Rafael Fonteles
PSD elegeu 4 governadores
O Partido Social Democrático (PSD) elegeu ainda quatro governadores próprios neste 1º turno. Com o resultado, a legenda foi a segunda com mais candidatos eleitos aos executivos estaduais neste domingo.
Governadores do PSD eleitos:
- Amapá — Dr. Furlan
- Maranhão — Eduardo Braide
- Pernambuco — Raquel Lyra
- Sergipe — Fábio Mitidieri
A legenda tinha ainda candidato próprio lançado à Presidência da República, o ex-governador de Goiás, Ronald0 Caiado, que ficou em quinto lugar na corrida ao Palácio do Planalto, com cerca de 2,18% dos votos.
Após a derrota nas urnas, o PSD anunciou neutralidade para o 2º turno, que será disputado no dia 25 de outubro entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL). Em nota, a legenda informou que os diretórios estaduais terão liberdade para apoiar os presidenciáveis.
“Diante da diversidade de cenários eleitorais que tivemos nos estados, em que as instâncias estaduais do PSD tiveram liberdade para construir suas alianças, a direção nacional entende como natural manter esta diretriz neste segundo turno. Assim, cada diretório estadual, parlamentar, liderança partidária, filiados e militantes terão liberdade para definir seu apoio na eleição presidencial e em eventual disputa estadual”, declarou Gilberto Kassab, presidente do partido.



















