PL Antifacção: Renan critica jantar entre Derrite, Lira e Cunha

Senador alagoano aproveitou desgaste da pauta para criticar o principal adversário político

atualizado

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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Renan Calheiros durante comissão mista que analisa a Medida Provisória (MP) 1303 25, que tributa aplicações financeiras e ativos virtuais Metropoles 2
1 de 1 Renan Calheiros durante comissão mista que analisa a Medida Provisória (MP) 1303 25, que tributa aplicações financeiras e ativos virtuais Metropoles 2 - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O senador e ex-presidente da Casa Alta, Renan Calheiros (MDB-AL), voltou a criticar, neste domingo (16/11), o deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), relator do projeto de lei 5582/2025, conhecido como PL Antifacção, por jantar com os ex-presidentes da Câmara  Arthur Lira (PP-AL) e Eduardo Cunha.

O encontro se deu em meio às negociações em volta do texto, que teve a votação adiada por falta de consenso e cujo relator foi amplamente criticado pelo governo por mudar o teor do texto, cuja autoria é do Ministério da Justiça.

Além da relatoria de Derrite, Renan aproveitou a publicação da foto do encontro para criticar Arthur Lira, que é seu principal adversário político em Alagoas. O senador alagoano disse “combater o crime é não tomar aulas e não jantar com eles”.

“Combater o crime é: Não enfraquecer a PF; Não proteger o patrimônio deles; Não tomar aulas e Não jantar com eles”, diz a postagem no Instagram.

Votação adiada com críticas do governo à oposição

Nas vésperas da votação do projeto, Derrite se viu acuado e pediu ao presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que adiasse a deliberação. Após um dia inteiro de negociações, o relator acabou convencido por líderes partidários e governadores a deixar a análise do texto para a próxima terça-feira (18/11).

Até o momento, quatro versões do relatório já foram apresentadas. No entanto, mesmo com os recuos de Derrite para agradar diferentes grupos políticos, o texto ainda segue sem consenso na Câmara.

Entre as principais mudanças, Detrrite desistiu de enquadrar condutas de facções criminosas na Lei Antiterrorismo ou de limitar a atuação da Polícia Federal nas investigações. Os pontos eram apontados como brechas para intervenções externas no país e o enfraquecimento do combate ao crime.

Em resposta ao pedido de adiamento da votação, Hugo Motta cancelou a reunião de líderes marcada para esta quinta-feira (13/11) e afirmou que, no dia 18 de novembro, a pauta da Casa terá como único item a apreciação do PL Antifacção.

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