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PF vai periciar tornozeleira de Bolsonaro para avaliar se foi violada

PF fará perícia na tornozeleira do ex-presidente para verificar se houve violação ou tentativa de rompimento após alerta

atualizado

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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Ex-presidente Jair Bolsonaro mostra a tornozeleira eletrônica para a imprensa na saída do Congresso Nacional Metropoles
1 de 1 Ex-presidente Jair Bolsonaro mostra a tornozeleira eletrônica para a imprensa na saída do Congresso Nacional Metropoles - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

A tornozeleira eletrônica usada por Jair Bolsonaro (PL) será submetida a uma perícia a partir deste fim de semana no Instituto Nacional de Criminalística da Polícia Federal (PF). O objetivo é esclarecer se houve violação ou tentativa de rompimento do dispositivo, após alerta emitido na madrugada deste sábado (22/11).

A avaliação será conduzida por peritos da área de microvestígios e eletrônica, que avaliarão se houve violação ou tentativa de violação do dispositivo, além de identificar possíveis ferramentas utilizadas e verificar qualquer dano, alteração ou interferência no funcionamento do equipamento.

Ainda não há previsão de quanto tempo vai durar essa perícia.

A análise técnica ocorre no mesmo contexto em que o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), citou formalmente, em sua decisão de prisão preventiva do ex-presidente, uma violação registrada pelo sistema de monitoramento.

Na decisão que decretou a prisão preventiva do ex-presidente, o magistrado afirma que o Centro de Integração de Monitoração Integrada do Distrito Federal comunicou ao STF a “ocorrência de violação” do equipamento às 0h08.

“A informação constata a intenção do condenado de romper a tornozeleira eletrônica para garantir êxito em sua fuga, facilitada pela confusão causada pela manifestação convocada por seu filho”, afirmou Moraes.

A suposta violação, a ser confirmada pela perícia da PF, foi usada para embasar a decretação de sua prisão preventiva. Até então, Bolsonaro estava em prisão domiciliar desde o início de agosto, decretada no âmbito da investigação sobre obstrução de Justiça, na qual o filho do ex-presidente e deputado autoexilado nos Estados Unidos, Eduardo Bolsonaro (PL), também é investigado.

A perícia será anexada ao inquérito que apura obstrução de Justiça, coação no curso do processo e organização criminosa, investigação que levou o STF a impor a tornozeleira em julho e a decretar a prisão domiciliar em agosto.

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