PF investiga se empresa de criptomoedas recebeu R$ 1,7 milhão do tráfico

Valores seriam de moradores da Favela do Lixo, Cabo Frio, na G.A.S Consultoria & Tecnologia Ltda do ex-garçom Glaidson Acácio dos Santos

atualizado 26/09/2021 12:44

Dinheiro apreendido pela PF na operação Kryptos no Rio de JaneiroDivulgação Polícia Federal do Rio de Janeiro

Rio de Janeiro – A Polícia Federal  apura depósitos de moradores da comunidade do Lixo, em Cabo Frio, na Região dos Lagos, na G.A.S. Consultoria & Tecnologia Ltda que chegam a R$ 1,7 milhão. Os pagamentos foram feitos em junho. Há suspeita dos valores serem do tráfico de drogas.

O ex-garçom Glaidson Acácio dos Santos, chamado de faraó dos bitcoins, é sócio da empresa e foi preso durante a operação da Polícia Federal no último 25 de agosto. Segundo reportagem do G1, houve dois depósitos, em junho, todos em dinheiro, nos valores de R$ 900 mil e R$ 800 mil.

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Há suspeitas ainda de que milicianos também operem na empresa. Isso porque, no último dia 23, a Polícia Civil encontrou contratos da G.A.S. na casa de um empresário, apontado como operador financeiro de milicianos que atuam nas comunidades de Rio das Pedras e da Muzema, na zona oeste.

Na ocasião foram apreendidos R$ 2 milhões em criptomedas. Na prisão de Glaidston, a PF encontrou R$ 15, 5 milhões na casa dele. Apreensão considerada recorde pelos agentes.

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