Petista não é bem-vindo: CEO de frigorífico em GO se manifesta. Vídeo

Cartaz afixado na porta de loja de carnes em Goiânia teve grande repercussão. Deputado petistou acionou Ministério Público e Procon

atualizado

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Reprodução/Instagram
Imagem colorida de Leandro, CEO Frigorífico Goiás
1 de 1 Imagem colorida de Leandro, CEO Frigorífico Goiás - Foto: Reprodução/Instagram

O CEO do Frigorífico Goiás, em Goiânia, Leandro Batista, gravou um vídeo nesta sexta-feira (26/9), a respeito da repercussão sobre um cartaz afixado na entrada do estabelecimento comercial no qual dizia que petistas não são bem-vindos no local. Na gravação, Leandro diz estar fazendo um “desabafo” e afirma que petistas não estão proibidos de entrar na loja de carnes.

“Petista aqui não é proibido de entrar no frigorífico Goiás não. Não é bem-vindo entrar aqui. Isso não significa que é proibido entrar aqui”, diz o CEO do frigorífico.
Imagem colorida de cartaz que diz que petista não é bem vido
Cartaz em loja do Frigorífico Goiás, em Goiânia

Vídeo:

O cartaz com a mensagem direcionada a petistas foi colocado na entrada da loja de carnes nesta semana. “Petista aqui não é bem vindo”, está escrito em letras maiúsculas.

A repercussão a respeito do cartaz levou um deputado estadual do PT em Goiás a acionar o Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO) e o Procon estadual contra o estabelecimento comercial.

Na representação contra o estabelecimento no MP-GO, o deputado questiona a suposta prática de publicidade abusiva, prevista no Código de Defesa do Consumidor (CDC). O Procon foi provocado a realizar medidas fiscalizatórias e sancionatórias à loja do frigorífico.

Na gravação, Leandro chama o deputado petista de “vagabundo” várias vezes. “Eu estou aqui agora fazendo um desabafo. Tem um deputado aqui, um deputado estadual Mauro Rubem (PT), o cara fica denunciando Ministério Público, Vigilância Sanitária, Procon (ele) já me processou. (…) Mauro Rubem, você é um vagabundo socialista”, critica.

Mesmo com a manifestação de Leandro nas redes sociais, o Metrópoles entrou em contato com o CEO, mas não obteve resposta até a publicação deste texto.

Picanha do mito

Em outubro de 2022, ainda durante a campanha eleitoral, o mesmo frigorífico foi alvo de outra polêmica, por vender a “picanha mito” a R$ 22, número do então candidato à reeleição Jair Bolsonaro (PL) na urna.

Houve tumulto e o caso foi parar na Justiça, que determinou a suspensão da venda do produto.

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