PE: adolescente é apreendido após agredir colega em sala de aula.
O caso ocorreu em uma escola estadual, no município de Custódia, Sertão de Pernambuco. O adolescente foi apreendido nessa segunda (18/5)

Um adolescente de 17 anos foi apreendido após agredir um colega em uma escola estadual de Pernambuco, nessa segunda-feira (18/5). Um vídeo que repercutiu nas redes expõe o momento em que o jovem desfere tapas, socos e chutes no amigo dentro da sala de aula.
Confira:
O caso ocorreu na Escola de Referência em Ensino Médio (Erem) José Pereira Burgos, no município de Custódia, Sertão de Pernambuco. Após a agressão, o adolescente teria debochado da situação em seus stories do Instagram.
“Comigo o negócio é pá e chó. Eu bato, até espancar ou eu mato, homi. Comigo não têm história nenhuma não, não tem mimi, nem isso e aquilo não, nem frescurinha não. Zoou merda, levou tapa no pé do ouvido”, disse o adolescente.
O jovem prosseguiu justificando sua agressão e se exaltou por bater no colega de classe, além de chamá-lo de “miséria”.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles“Me ameaçou, já era, parceiro. Apanha, apanha, apanha. Que eu não levo desforo nem de mãe, nem de pai, quanto menos uma miséria daquela ali”, acrescentou.
Após a agressão, que aconteceu na segunda, a Polícia Militar de Pernambuco (PMPE) recebeu denúncias do ocorrido em sala de aula. Ainda no mesmo dia, pela noite, militares localizaram o adolescente, foram à casa dele e o apreenderam.
Segundo a corporação, ele foi encaminhado com apoio do Conselho Tutelar e de um responsável legal à delegacia. De acordo com a Polícia Civil de Pernambuco (PCPE), além da agressão, o suspeito ameaçava e fazia bullyng na internet com o colega de classe.

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Ver todas“A Polícia Civil de Pernambuco, através da 19ª Delegacia Seccional de Arcoverde, lavrou o Auto de Apreensão em Flagrante por Ato Infracional (AAFAI) em desfavor do adolescente de 17 anos, por atos análogos a ameaça, lesão corporal e intimidação sistemática virtual (cyberbullying)”
O menor foi submetido às medidas administrativas e encaminhado ao Ministério Público de Pernambuco (MPPE), à disposição da Justiça. O Metrópoles contatou a Secretaria de Educação do estado e o espaço segue aberto para manifestações.



