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Brasil

Pai de Henry pede à Justiça revogação da prisão domiciliar de Monique

Acusada morte do filho, Monique Medeiros deixou a cadeia com tornozeleira eletrônica em 5/4. Ex-padrasto do garoto também responde por crime

13/04/2022 13:52, atualizado 13/04/2022 15:09
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SBT News/Reprodução
Monique Medeiros deixa o presídio no Rio

Rio de Janeiro – Assistentes de acusação do Ministério Público, os advogados do engenheiro Leniel Borel, pai do menino Henry, pediram à Justiça a revogação da prisão domiciliar da professora e mãe do garoto, Monique Medeiros. Ela e o ex-padrasto do menino, o vereador cassado e médico Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, são acusados da morte da criança de 4 anos.

Monique deixou a prisão no último dia 5/4 e é monitorada por tornozeleira eletrônica. Jairinho continua preso.

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Monique Medeiros chora durante o seu depoimento no julgamento do caso Henry
A professora é acusada de matar o filho de 4 anos com o ex-namorado, o ex-vereador Jairinho
Publicação em perfil "Monique Inocente" não foi feito pela professora, segunda defesa
Pai de Henry pede à Justiça revogação da prisão domiciliar de Monique - imagem 5
Monique Medeiros em sessão de julgamento da morte do filho Henry
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Monique Medeiros em sessão de julgamento da morte do filho Henry

Foto: Aline Massuca/Metrópoles
Monique Medeiros chora durante o seu depoimento no julgamento do caso Henry
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Monique Medeiros chora durante o seu depoimento no julgamento do caso Henry

Aline Massuca/Metrópoles
A professora é acusada de matar o filho de 4 anos com o ex-namorado, o ex-vereador Jairinho
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A professora é acusada de matar o filho de 4 anos com o ex-namorado, o ex-vereador Jairinho

Aline Massuca/Metrópoles
Publicação em perfil "Monique Inocente" não foi feito pela professora, segunda defesa
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Publicação em perfil "Monique Inocente" não foi feito pela professora, segunda defesa

Reprodução/ Redes Sociais
Pai de Henry pede à Justiça revogação da prisão domiciliar de Monique - imagem 5
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Aline Massuca/Metrópoles

“Ex-companheira de um ex-vereador, com notória influência, constrange e atemoriza pessoas (…) caso não esteja recolhida em estabelecimento prisional, já que possui histórico de coagir testemunhas, e, por isso, responde pelo crime de coação no curso do processo”, diz trecho do recurso dos advogados Marco Eboli e Sâmya Massari.

O recurso cita ainda o fato de um perfil em rede social ter feito postagens em menos de 24 horas após a saída de Monique da cadeia. A defesa da professora nega publicação do material. Alega que o perfil não pertence a mãe de Henry, mas a uma seguidora que mora em São Paulo.

Há uma semana, o promotor Fábio Vieira, também recorreu à Justiça para Monique voltar à cadeia.

“Será que podemos separar os dois personagens responsáveis pela morte do pequeno Henry, de acordo com uma escala, a qual permite aferir a intensidade de suas responsabilidades e como corolário, a intensidade da reprovação de suas condutas? (…) ambas as condutas terem o mesmo grau de periculosidade e concorrerem de igual maneira para a violação do bem protegido, qual seja, a vida”, diz trecho do documento.

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