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Brasil

“Inacreditável”, diz Leniel Borel sobre soltura de Monique Medeiros

Justiça autorizou que Monique fique em prisão domiciliar e seja monitorada por tornozeleira eletrônica; pai do menino Henry lamentou decisão

05/04/2022 16:56, atualizado 05/04/2022 21:50
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Aline Massuca/Metrópoles
Monique Medeiros chora no julgamento

Rio de Janeiro — A 2ª Vara Criminal do Rio de Janeiro autorizou nesta terça-feira (5/4) que Monique Medeiros tenha o benefício da prisão domiciliar. Ela será monitorada por uma tornozeleira eletrônica.

A decisão da juíza Elizabeth Machado Louro, do II Tribunal do Júri, causou revolta em Leniel Borel. O pai do menino Henry Borel, que morreu em março de 2021, ficou revoltado com a decisão.

Aos prantos, o engenheiro Leniel Borel lamentou a novidade ao Metrópoles. “É inacreditável essa decisão. Eu e o Brasil inteiro choramos hoje. Monique é tão culpada quanto o Jairo, merece pena até maior. Respeitamos a decisão judicial, mas vamos recorrer”, afirmou.

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Henry Borel
Jairinho e Monique foram presos e respondem por tortura, homicídio triplamente qualificado, além de fraude processual, coação no curso do processo e falsidade ideológica. O caso aguarda para ser julgado pela Justiça
Monique Medeiros em sessão de julgamento da morte do filho Henry
A professora é acusada de matar o filho de 4 anos com o ex-namorado, o ex-vereador Jairinho
Leniel, acompanhado de amigos e manifestantes pedindo Justiça
Em 8 de março de 2021, Henry Borel, de 4 anos, foi levado ao hospital na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, com diversas lesões graves pelo corpo. Na época, a mãe do menino, Monique, e o padrasto, Jairinho, disseram à polícia que ele tinha sofrido um acidente doméstico e precisava de socorro
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Em 8 de março de 2021, Henry Borel, de 4 anos, foi levado ao hospital na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, com diversas lesões graves pelo corpo. Na época, a mãe do menino, Monique, e o padrasto, Jairinho, disseram à polícia que ele tinha sofrido um acidente doméstico e precisava de socorro

Reprodução redes sociais
Henry Borel
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Henry Borel

Reprodução/ redes sociais
Jairinho e Monique foram presos e respondem por tortura, homicídio triplamente qualificado, além de fraude processual, coação no curso do processo e falsidade ideológica. O caso aguarda para ser julgado pela Justiça
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Jairinho e Monique foram presos e respondem por tortura, homicídio triplamente qualificado, além de fraude processual, coação no curso do processo e falsidade ideológica. O caso aguarda para ser julgado pela Justiça

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Monique Medeiros em sessão de julgamento da morte do filho Henry
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Monique Medeiros em sessão de julgamento da morte do filho Henry

Foto: Aline Massuca/Metrópoles
A professora é acusada de matar o filho de 4 anos com o ex-namorado, o ex-vereador Jairinho
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A professora é acusada de matar o filho de 4 anos com o ex-namorado, o ex-vereador Jairinho

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Leniel, acompanhado de amigos e manifestantes pedindo Justiça
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Leniel, acompanhado de amigos e manifestantes pedindo Justiça

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Leniel Borel, pai de Henry, segura máscara do Flamengo usada pelo menino
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Leniel Borel, pai de Henry, segura máscara do Flamengo usada pelo menino

Foto: Aline Massuca/Metrópoles

Monique é acusada de participar da morte do próprio filho, o menino Henry, de 4 anos. Ela cumpria prisão preventiva e deverá voltar para casa na quarta-feira (6/4), segundo Hugo Novaes, advogado de defesa de Monique.

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Para conceder o benefício da prisão domiciliar, a juíza mencionou ameaças sofridas por Monique na cadeia. Em sua decisão, ela também pontuou que a manutenção da prisão “não favorece a garantia da ordem pública”.

Restrições

A magistrada proibiu qualquer tipo publicação em redes sociais ou mesmo a comunicação de Monique com testemunhas do processo.

“Fica, ainda, vedada à ré, enquanto perdurar a monitoração, qualquer comunicação com terceiros – com exceção apenas de familiares e integrantes de sua defesa -, notadamente testemunhas neste processo, seja pessoal, por telefone ou por qualquer recurso de telemática, assim também postagens em redes sociais, quaisquer que sejam elas, sob pena de restabelecimento da ordem prisional”, escreveu a juíza.