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Brasil

Padre Kelmon ora em frente ao condomínio de Bolsonaro.

Sem autorização para entrar na residência de Bolsonaro, Kelmon ficou poucos minutos em frente ao condomínio, onde fez uma oração

19/11/2025 20:09, atualizado 19/11/2025 20:31
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Imagem colorida, Padre Kelmon ora em frente ao condomínio de Bolsonaro. Vídeo - Metrópoles

O padre Kelmon (PL-SP) esteve na tarde desta quarta-feira (19/11) em frente ao condomínio Solar de Brasília, onde o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) cumpre prisão domiciliar, para orar e prestar apoio. No entanto, o religioso não entrou na residência de Bolsonaro por não ter formalizado um pedido de visita ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Confira:

O cacique do PL cumpre prisão domiciliar em casa, no Jardim Botânico (DF), desde 4 de agosto por determinação do ministro do STF Alexandre de Moraes. Na última quarta-feira (12/11), o ex-presidente completou 100 dias de prisão.

Kelmon permaneceu poucos minutos em frente ao local, onde fez uma oração antes de seguir viagem de volta para São Paulo.

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“Vou passar em frente à casa, pelo menos para fazer minha oração de longe por ele. O presidente está com a saúde abalada e a gente precisar rezar. O papel do padre é rezar pelas pessoas, cuidar das pessoas e interceder por elas”, declarou.

Padre Kelmon ora em frente ao condomínio de Bolsonaro - destaque galeria
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Padre Kelmon (PL-SP)
O religioso contou ser admirador de Bolsonaro, mas ressaltou que sua presença tinha "caratér espiritual"
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O religioso contou ser admirador de Bolsonaro, mas ressaltou que sua presença tinha "caratér espiritual"

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Padre Kelmon (PL-SP)
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Padre Kelmon (PL-SP)

VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Michele está forte, diz padre

Kelmon disse ter se encontrado com a ex-primeira dama Michelle Bolsonaro. Segundo ele, “ela está forte, sóbria, serena e mostrando que está do lado do presidente para o que der e vier”.

O religioso contou ser admirador de Bolsonaro, mas ressaltou que sua presença tinha “caratér espiritual”. Ele também comentou expectativas sobre o futuro jurídico do ex-presidente. “Acreditamos que ele não vai ser preso. Ele é o homem da esperança. Acreditamos que haverá uma grande justiça”, declarou Kelmon.

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A ida de Kelmon ocorre após o STF publicar, nesta terça-feira (18/11) no Diário da Justiça Eletrônico (DJE), o acórdão que rejeita os recursos apresentados pelas defesas do ex-presidente e de outros seis réus condenados no caso da trama golpista.

Bolsonaro recebeu pena de 27 anos e 3 meses de prisão. A publicação formaliza o resultado do julgamento dos embargos e abre, a partir desta quarta-feira (19), o prazo para a apresentação dos chamados segundos embargos.