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Brasil

Paciente mantida em cárcere é transferida de hospital: "Graças a Deus"

Paciente do médico equatoriano preso, Daiana Chaves Cavalcanti, de 36 anos, deixou o Hospital Santa Branca por volta das 10h desta quinta

21/07/2022 10:24, atualizado 21/07/2022 13:07
Reprodução de vídeo
Daiana Chaves gravou vídeo pouco antes de ser transferida de hospital

Rio de Janeiro – Vítima do médico Bolívar Guerrero, preso na última segunda-feira (18/9) por cárcere privado, Daiana Chaves Cavalcanti, 36, foi transferida para o Hospital Federal de Bonsucesso na manhã desta quinta-feira (21/7).

“Vou ser transferida. Vai dar tudo certo, graças a Deus”, disse a vítima ao Metrópoles, em um vídeo, pouco antes da transferência para a unidade, referência em cirurgia plástica e reconstrução.

Daiana conseguiu a deixar o Hospital Santa Branca, em Duque de Caxias, antes das 10h. Ela aguardava transferência por ordem judicial deste o dia 14/7.

Segundo Paulo Cavalcanti, pai da vítima que aguardava notícias da filha na porta do Hospital Santa Branca, em Duque de Caxias, na Baixada, eles viveram um pesadelo:

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“Saiu pelos fundos, já foi transferida. Graças a Deus, estou muito feliz com isso. Vivemos um pesadelo”, disse o pai de Daiana à reportagem.

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Paulo Cavalcanti, pai de Daiana
Tamara Bastos, advogada do Hospital Santa Branca
Transferência da paciente aconteceu na manhã desta quinta-feira (21/7)
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Transferência da paciente aconteceu na manhã desta quinta-feira (21/7)

Foto: Daniele Dutra/Metrópoles
Paulo Cavalcanti, pai de Daiana
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Paulo Cavalcanti, pai de Daiana

Foto: Daniele Dutra/Metrópoles
Tamara Bastos, advogada do Hospital Santa Branca
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Tamara Bastos, advogada do Hospital Santa Branca

Foto: Daniele Dutra/Metrópoles

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Após a transferência, a advogada do Hospital Santa Branca, Tamara Bastos, disse que a unidade está sofrendo acusações infundadas:

“Estávamos dependendo da vaga de um hospital público. A rede D’or negou, por isso a demora, porque estávamos aguardando vaga. Daiana recebeu todo o apoio e em certo momento, ela nem queria sair daqui. Em todo o momento foi prestado o apoio a ela. Não houve cárcere privado. Não é interessante o hospital ficar segurando uma paciente por tanto tempo em vão”, disse a advogada.

Segundo a representante, Bolívia Guerrero não é dono do hospital, mas trabalha na unidade há mais de 20 anos e aluga salas.