Operação da PM contra facção tem 8 suspeitos mortos no RJ

Seis criminosos mortos foram encontrados em uma casa na Vila Aliança. A ação policial tinha como alvo integrantes do Terceiro Comando Puro

atualizado

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Foto colorida de ônibus pegando fogo - Metrópoles
1 de 1 Foto colorida de ônibus pegando fogo - Metrópoles - Foto: Reprodução

Oito suspeitos foram mortos durante uma operação da Polícia Civil e militar na Vila Aliança, zona oeste do Rio de Janeiro, nesta quinta-feira (4/9), até o momento.

A ação policial está em andamento e tem como alvos, segundo as corporações, o narcoterrorista conhecido como Coronel, apontado como responsável pelo assassinato da jovem Sther Barroso dos Santos, em agosto, e os envolvidos no ataque ao copiloto da Polícia Civil ferido em uma ação na mesma localidade, em março deste ano.

Todos seriam membros da facção Terceiro Comando Puro (TCP). Até o momento, dois criminosos foram presos. Houve ainda a apreensão de quatro fuzis e de diversas pistolas.

De acordo com a polícia, seis criminosos mortos na operação estavam em uma casa da comunidade, com um pastor e uma criança feitos reféns. O imóvel foi cercado pelos agentes e, em meio ao confronto, os suspeitos morreram. As vítimas foram libertadas sem ferimentos.

Em outro ponto da comunidade, outros dois suspeitos foram mortos.

Ainda durante a ação policial, dois traficantes foram capturados enquanto tentavam dominar um ônibus. Eles pretendiam usar o coletivo para dificultar o acesso das forças de segurança à comunidade.

Imagens compartilhadas nas redes sociais por moradores da Vila Aliança mostram um ônibus pegando fogo, usado como barricada pelos criminosos.

Assassinato de Sther Barroso dos Santos

A jovem Sther Barroso dos Santos foi espancada de forma brutal até a morte na madrugada de 17 de agosto em Senador Camará, na zona oeste do Rio. Segundo a polícia, ela teria se recusado a deixar um baile funk na comunidade da Coreia acompanhada do traficante Coronel, apontado como chefe do tráfico na comunidade do Muquiço, em Guadalupe.

Familiares relataram que Sther foi deixada na porta de casa desfigurada pelas agressões. A família tentou socorrê-la e a levou ao Hospital Albert Schweitzer, em Realengo, onde ela chegou morta.

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