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Brasil

ONG fixa 100 cruzes em praia do Rio em protesto às mortes por Covid-19

A organização distribuiu as cruzes na faixa de areia da praia de Copacabana, em memória aos quase 100 mil mortos por coronavírus no país

08/08/2020 08:38, atualizado 08/08/2020 11:11
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FELIPE DUEST/PHOTOPRESS/ESTADAO CONTEUDO
ATO EM MEMORIA DOS 100 MIL MORTOS PELA COVID-19 NO RIO

A organização não-governamental (ONG) Rio de Paz fez mais uma ação na praia de Copacabana na manhã deste sábado (08/08): por uma faixa de areia do cartão postal da capital fluminense, distribuíram 100 cruzes com balões vermelhos, em memória aos 100 mil mortos pela Covid-19, número que deve ser atingido ainda hoje.

Os voluntários ainda afixaram um cartaz próximo à calçada, com os dizeres “Por que somos o segundo país em número de mortos?”. A equipe ainda distribuiu mais 900 balões vermelhos feitos em material biodegradável em toda a praia, uma lembrança das vidas perdidas em decorrência da pandemia.

ONG fixa 100 cruzes em praia do Rio em protesto às mortes por Covid-19 - destaque galeria
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Homenagem às vítimas da Covid
A equipe ainda dispôs um cartaz próximo à calçada, com uma mensagem que questiona o alto número de óbitos da pandemia no Brasil
Homenagem da ONG Rio da Paz aos mortos pelo coronavírus
Ato em memória aos 100 mil mortos por coronavírus no Brasil
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Ato em memória aos 100 mil mortos por coronavírus no Brasil

ALEXANDRE BRUM/ENQUADRAR/ESTAD√O CONTE⁄DO
Homenagem às vítimas da Covid
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Homenagem às vítimas da Covid

Facebook/Reprodução
A equipe ainda dispôs um cartaz próximo à calçada, com uma mensagem que questiona o alto número de óbitos da pandemia no Brasil
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A equipe ainda dispôs um cartaz próximo à calçada, com uma mensagem que questiona o alto número de óbitos da pandemia no Brasil

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Homenagem da ONG Rio da Paz aos mortos pelo coronavírus
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Homenagem da ONG Rio da Paz aos mortos pelo coronavírus

Facebook/Reprodução

Às 11h, a ONG prevê a soltura dos balões pelo ar, para lembrar que as vidas se foram. O taxista Márcio Antônio do Nascimento Silva, que perdeu o filho vítima da doença e foi constrangido na última manifestação ao homenageá-lo, vai coordenar a ação.

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