Ômicron: governo prorroga custeio de 14 mil leitos de UTI para Covid

Serão prorrogados contratos de leitos  adultos e pediátricos destinados ao tratamento da doença por mais 30 dias

atualizado 25/01/2022 11:47

Insumos de UTI Covid são retirados em área de hospital de Goiânia que passa a ser usada para cuidados paliativos de pacientesVinícius Schmidt/Metrópoles

O avanço da variante Ômicron da Covid-19, doença causada pelo coronavírus, fez o Ministério da Saúde prorrogar o custeio de 14,2 mil leitos de unidade de terapia intensiva (UTIs).

O aumento foi confirmado em anúncio feito nesta segunda-feira (24/1). Serão prorrogados contratos de leitos  adultos e pediátricos destinados ao tratamento da doença por mais 30 dias.

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“A iniciativa garante assistência a pacientes que desenvolvam formas graves ou gravíssimas da doença”, destaca a pasta, em nota. A renovação ainda deve ser publicada no Diário Oficial da União (DOU).

A medida, que fortalece o sistema de saúde em um momento de alta nos casos de síndrome respiratória grave, foi definida junto ao Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e de municípios (Conasems).

“O Ministério da Saúde também segue monitorando a situação epidemiológica no Brasil e, caso seja necessário, avaliará novas prorrogações”, frisa o texto.

Em todo o país, a pasta autorizou mais de 26 mil leitos de UTI Covid adultos e pediátricos, por R$ 16,2 bilhões.

Além da prorrogação, o Ministério da Saúde decidiu transformar 6,5 mil leitos que estavam sendo usados exclusivamente para pacientes com Covid-19, em leitos de UTI convencional.

“No entanto, a medida só passará a valer depois da prorrogação, quando a ocupação dessas unidades por pacientes graves e gravíssimos tiver diminuído”, salienta o ministério.

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