O que falta para a PEC da Segurança avançar na Câmara

Ao Metrópoles, o relator afirmou não haver “entraves” em relação ao texto. Presidente da Câmara promete rapidez em votação

atualizado

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1 de 1 câmara (1) - Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

A megaoperação no Rio de Janeiro, que deixou mais de 100 mortos nesta semana, reacendeu o debate sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da segurança pública. Ao Metrópoles o relator, deputado Mendonça Filho (União Brasil-PE), afirmou não haver “entraves” em relação ao texto e que deve apresentar um novo relatório na segunda quinzena de novembro.

O texto ainda aguarda análise na comissão especial. Depois disso, seguirá para o plenário da Câmara. O presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou nesta quarta-feira (29/10) que pedirá um prazo para a avaliação do colegiado.

“A questão da PEC eu vou conversar com a comissão especial para estabelecer uma data para que eles possam apreciar o texto. E, a partir daí, eles apreciando, imediatamente, nós vamos trazer ao plenário”, declarou o deputado a jornalistas.


Relatório da PEC da Segurança em novembro

  • Megaoperação no Rio, com mais de 100 mortos, reacende o debate sobre a PEC da Segurança.
  • Relator Mendonça Filho (União Brasil-PE) diz que não há entraves e promete novo relatório para a segunda quinzena de novembro.
  • Texto ainda precisa ser analisado pela comissão especial antes de ir ao plenário da Câmara.
  • Após resistências de governadores, Mendonça Filho adotou tom conciliador e retirou ponto que dava à União exclusividade para legislar sobre segurança pública.

A PEC da Segurança foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara em 15 de julho. O projeto é uma das prioridades do ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Inicialmente, o texto enfrentou resistência de alguns governadores, entre eles o de Goiás, Ronaldo Caiado (União Brasil), conhecido por adotar uma postura mais rígida em relação à atuação das polícias militares nas operações.

O relator, Mendonça, adotou uma abordagem mais conciliadora e retirou do texto o trecho mais polêmico, que atribuía à União a competência exclusiva para legislar sobre normas gerais de segurança pública, defesa social e sistema penitenciário.

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