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Motta: decisão de Moraes sobre IOF tem “sintonia com desejo da Câmara”

Presidente da Câmara fala em diálogo e diz que atitude do ministro do STF de suspender decisão da Casa e do governo “evita aumento do IOF”

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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Hugo motta e ministros de Estado participam da abertura oficial da 26ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios - Metrópoles
1 de 1 Hugo motta e ministros de Estado participam da abertura oficial da 26ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios - Metrópoles - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), avaliou nesta sexta-feira (4/7) a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF)  de suspender os atos do governo e do Congresso sobre o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Motta disse que a atitude de Moraes “evita o aumento do IOF e fica em sintonia com a vontade da maioria da Câmara”.

“A decisão do ministro Alexandre de Moraes evita o aumento do IOF em sintonia com o desejo da maioria do plenário da Câmara dos Deputados e da sociedade”, declarou o presidente da Câmara na rede social X.

Motta afirmou ainda que está aberto “ao diálogo institucional”, num aceno à audiência de conciliação marcada por Moraes para tentar resolver a crise judicializada. “Com respeito e serenidade, sempre em busca do equilíbrio das contas públicas e do crescimento sustentável da economia”, finalizou o presidente da Câmara.

Na manhã desta sexta, Moraes destacou que há fortes argumentos que indicam a razoabilidade na imediata suspensão da eficácia dos atos impugnados em relação ao IOF, por isso, cancelou tanto a decisão do governo Lula de aumentar o IOF quanto a do Congresso Nacional, que havia derrubado o ato.

Mesa de negociação

Moraes ressaltou ainda que o objetivo de realizar audiência de conciliação é “pautar as relações dos Poderes Executivo e Legislativo no binômio independência e harmonia”. O magistrado afirmou que, após a audiência de conciliação, avaliará se mantém a medida cautelar que ele próprio assinou nesta sexta-feira (4/7). A reunião está marcada para 15 de julho.

O ministro pontuou que tanto os decretos presidenciais quanto a decisão do Congresso de derrubar a medida “aparentam distanciar-se dos pressupostos constitucionais exigidos para ambos os gêneros normativos”.

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