Morte de advogado em BH foi encomendada por “amigo”, diz Polícia Civil

A polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) procura Thiago Fonseca Carvalho, de 33 anos, pelo assassinato de Juliano César Gomes

atualizado

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O advogado Thiago Fonseca Carvalho, de 33 anos, é procurado pela Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) pela suspeita de mandar matar o colega de profissão e também seu “amigo” Juliano César Gomes, de 37 anos. Desde o dia 21 de maio a vítima estava desaparecida, depois que saiu de casa em Belo Horizonte (MG). Seu corpo foi encontrado no dia 8 de junho, em Funilândia (MG).

A corporação divulgou uma nota, nesta sexta-feira (19/06), pedindo ajuda para encontrar o suspeito.

Veja:

A delegada Marisa Andrade, da Delegacia de Homicídios de Sete Lagoas, afirmou ao jornal O Tempo que o carro de Juliano foi achado no dia seguinte em Sete Lagoas.

A polícia trabalhava inicialmente com a hipótese de latrocínio, que é o roubo seguido de morte. “Durante as investigações, nós apuramos que, junto com o veículo, passou pelo portal da cidade um outro carro. Seu proprietário foi identificado e, logo após, o identificamos como um dos executores”, disse Marisa.

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A Polícia Civil procura Thiago Fonseca
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Juliano foi encontrado morto
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Hugo Barreto/Metrópoles

Após a prisão, o irmão do suposto criminoso também foi preso, apontado como um dos assassinos. A polícia também afirma que eles confessaram o crime, porém, disseram que foram pagos por Thiago Fonseca para a execução.

Eles, então, informaram a localização do corpo da vítima, que encontrava-se na zona rural de Funilândia. O cadáver estava com marcas de tiro.

Ainda de acordo com O Tempo, a família contou que, no dia do crime, Juliano saiu de casa para um encontro com uma mulher. A polícia confirma essa versão, porém, foi apurado que ele foi atraído por esse “amigo” para um local que ainda não foi confirmado, mas tudo indica que seja na Praça da Cemig, localizada em Contagem, na Região Metropolitana de BH.

“Não há envolvimento dessa moça. Tudo nos leva a crer que ele realmente iria se encontrar com ela, mas o Thiago combinou de pegar emprestado o carro dele nesse local, que seria caminho para a casa dela. Quando ele chegou no lugar combinado, foi abordado por esses irmãos, dominado e levado para Sete Lagoas”, explicou Maria Alice Faria, chefe da Divisão de Referência da Pessoa Desaparecida da PCMG.

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