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Após provocar o caos entre moradores de Luiz Alves, em Santa Catarina, agora o maruim virou pesadelo na rotina de quem vive na vizinha Ilhota. O problema vem causando mal-estar nas localidades no entorno da região do Baú e, até, motivou ofícios ao governo do Estado pedindo por uma solução.
A infestação de maruim em Ilhota é uma questão crônica, contam moradores do Braço do Baú, principal região afetada na cidade. Nos últimos tempos, porém, o problema ficou ainda maior. Quem convive com a infestação diariamente relata casas de portas sempre fechadas (mesmo em meio ao calor), ventiladores ligados 24 horas por dia e muito (mas muito) repelente.
— Tem que botar calça, casaco, luvas, nesse calorão. Os bichos avançam no rosto da gente — conta a moradora Jaqueline Fischer.
Quem não consegue escapar dos maruins carrega no corpo as inúmeras picadas. Pode parecer um problema doméstico de cidade de interior, mas os reflexos são sentidos nas empresas. O empreendedor Rafael Pelz, por exemplo, conta que já viu funcionário pedir demissão para mudar de cidade por causa da alergia do filho à picada do mosquito.
Leia a reportagem completa em NSC Total, parceiro do Metrópoles.
