Lewandowski coloca PF à disposição para identificar “DNA do metanol”

Até essa quinta-feira (2/10), o Brasil havia registrado 59 casos suspeitos de intoxicação por metanol

atualizado

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Divulgação/Governo de SP
evento metanol canábico destilados
1 de 1 evento metanol canábico destilados - Foto: Divulgação/Governo de SP

O ministro da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Ricardo Lewandowski, colocou a estrutura da Polícia Federal (PF) à disposição dos estados e do Distrito Federal para auxiliar nas investigações sobre o aumento nos casos de intoxicação por metanol no Brasil. A estrutura inclui técnicas para identificar o chamado “DNA do metanol”, que aponta se a substância tem origem vegetal ou de combustíveis fósseis.

Até essa quinta-feira (2/10), o país registrou 59 notificações de suspeita de intoxicação pela substância, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Do total, 11 casos foram confirmados — todos em São Paulo. Há ainda notificações em investigação no Distrito Federal, em Pernambuco e na Bahia.

“O Instituto Nacional de Criminalística da PF será responsável pelos chamados exames avançados de isótopos estáveis — método que permite rastrear a origem do metanol nas amostras contaminadas. Esse tipo de análise, considerado de alta complexidade, é crucial para detectar se o material é derivado de fontes naturais ou adulterado com compostos industriais”, informa nota do MJSP.

De acordo com o órgão, as medidas de apoio incluem o fortalecimento da rede de cooperação entre as polícias científicas, com foco no compartilhamento e produção de dados; o auxílio no transporte de amostras de bebidas suspeitas para laboratórios de referência; e o suporte técnico para a realização de exames periciais.

“O plano também inclui orientações especializadas para a verificação de embalagens, rótulos e lacres de bebidas suspeitas, além da aplicação de técnicas de Epidemiologia Forense para georreferenciamento e análise de óbitos ou casos de intoxicação. O objetivo é identificar padrões, estabelecer vínculos de causalidade e aprimorar a resposta investigativa em casos que ameaçam a saúde pública”, esclarece o ministério.

A Polícia Federal abriu um inquérito para apurar a alta nos casos de intoxicação. Entre os casos suspeitos, está o do rapper Hungria, que foi internado após consumir bebida alcoólica na casa de amigos.

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