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Brasil

Messias e Marinho discutem nas redes sobre Caso Master: "Militante do PT"

Coordenador de campanha de Flávio e ministro de Lula trocaram acusações sobre o escândalo do Master, de Daniel Vorcaro

24/09/2026 11:37
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto - Luis Nova/ Especial Metrópoles @LuisGustavoNova
Senador Rogério Marinho e ministro da AGU, Jorge Messias

O titular da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, e o senador e coordenador de campanha de Flávio Bolsonaro (PL), Rogério Marinho (PL-RN), protagonizaram uma discussão nas redes sociais após uma publicação do ministro sobre o escândalo financeiro envolvendo o Banco Master, de Daniel Vorcaro.

No post, Messias afirma, sem citar Flávio, que “tem candidato a presidente da República que procurou o dono do Banco Master para pedir milhões em benefício de sua própria família”.

Embora não o mencione diretamente, a fala pode ser associada a Flávio, que é investigado pela Polícia Federal (PF) no caso Dark Horse. O corporação apura o financiamento da cinebiografiia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Messias cita a decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que determinou o cancelamento de R$ 4,7 bilhões em precatórios do setor sucroalcooleiro ligados ao Master.

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“Tem candidato a Presidente da República que procurou o dono do Banco Master para pedir milhões em benefício de sua própria família. Enquanto isso, o Banco Master foi acusado de tentar fraudar o povo brasileiro e obter, indevidamente, bilhões dos cofres públicos, inclusive de servidores aposentados”, escreveu o ministro.

“Já o governo do Presidente Lula, por meio da atuação firme da Advocacia-Geral da União, impediu a concretização desse prejuízo”, prosseguiu.

A publicação gerou reação de Marinho, que acusou Messias de agir “como militante do PT e abre mão de sua função institucional”.

“Quando o advogado-geral da União se comporta como militante do PT e abre mão de sua função institucional, só nos resta como brasileiros dar o cartão vermelho a ele e toda a caterva do PT, que usa o Estado brasileiro sem nenhuma cerimônia como extensão do partido. Basta de patrimonialismo, aparelhamento, corrupção e desprezo pelas instituições”, respondeu o coordenador de campanha de Flávio.

O AGU, por sua vez, rebateu a fala de Marinho e cobrou explicações sobre o destino do dinheiro aplicado por Vorcaro no caso Dark Horse. Veja: