Menina de 9 anos baleada em Queimados (RJ) tem alta hospitalar

Familiares dizem que policiais militares fizeram disparos que mataram o menino Kevin, 6 anos, e deixaram outras duas crianças feridas

atualizado

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Wilson e sua filha, Ludmila, baleada em Queimados
1 de 1 Wilson e sua filha, Ludmila, baleada em Queimados - Foto: Divulgação

Rio de Janeiro – Ludmila Pereira Vilela, 9 anos, teve alta hospitalar nesta terça-feira (11/1), depois de passar cinco dias internada no Hospital Estadual Adão Pereira Nunes, em Duque de Caxias, Baixada Fluminense. Ela estava em recuperação do tiro que levou durante uma operação da Polícia Militar no Morro da Torre, em Queimados, também na Baixada Fluminense.

A menina foi uma das três crianças baleadas durante a operação. Familiares acusam policiais militares de terem feito os disparos que feriram o trio, mas a Polícia Militar nega. As armas foram apreendidas para perícia.

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Gabriela foi operada e segue internada, no CTI
Wilson e sua filha, Ludmila, baleada em Queimados
Menino de 6 anos foi morto por tiro
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Menino de 6 anos foi morto por tiro

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Gabriela foi operada e segue internada, no CTI
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Gabriela foi operada e segue internada, no CTI

Wilson e sua filha, Ludmila, baleada em Queimados
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Wilson e sua filha, Ludmila, baleada em Queimados

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Permanece internada, com o quadro estável, Gabriela Aristides, de 13 anos, que foi operada e chegou a ficar em estado grave. Ela deixou a UTI na última segunda-feira (10/1), mas segue na enfermaria, em acompanhamento pela equipe de ortopedia e ginecologia do Hospital Geral da Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.

No tiroteio, acabou morto o menino Kevin Lucas dos Santos Silva, de 6 anos, que brincava com Ludmila e Gabriela embaixo de uma lona, pendurada em uma rua por onde passaram os policiais no momento dos disparos.

“Tinha uma lona no meio da comunidade que estava baixa. Os policiais vieram por cima e atingiram elas [as crianças] dentro do quintal. Não tinha bandido nenhum no morro. Entraram atirando”, afirmou Jessica Aristides, a mãe de Gabriela.

A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense investiga o tiroteio.

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