MBL diz que terá candidato à Presidência em 2026

Presidente do movimento descartou apoio a Tarcísio de Freitas e disse que MBL terá um partido em até 60 dias, chamado “Missão”

atualizado

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Imagem colorida traz uma foto feita em estúdio de Renan Santos, líder do MBL, dos ombros para cima. Renan é um homem branco, de cabelo castanho escuro e barba aparada escura. Ele veste uma camisa verde musgo e olha para a câmera sem sorrir. Seu braço direito está erguido e o dedo indicador da mão está apontando para a câmera - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida traz uma foto feita em estúdio de Renan Santos, líder do MBL, dos ombros para cima. Renan é um homem branco, de cabelo castanho escuro e barba aparada escura. Ele veste uma camisa verde musgo e olha para a câmera sem sorrir. Seu braço direito está erguido e o dedo indicador da mão está apontando para a câmera - Metrópoles - Foto: Reprodução/Instagram

O presidente do Movimento Brasil Livre (MBL), Renan Santos (na imagem em destaque), disse nesta sexta-feira (22/8) que o grupo terá candidato à presidência da República em 2026. Ele afirmou, em entrevista ao programa Contexto Metrópoles, que o movimento contará com um partido chamado “Missão”, habilitado a tempo das eleições gerais.

“Nós teremos candidato para presidente da República. Está indo para julgamento do TSE a criação do nosso partido que deverá estar pronto em até 60 dias. O partido Missão, estaremos nas próximas eleições com um candidato. Já passaram os tempos de ficar com os dilemas (sobre quem apoiar). Agora a nossa tarefa é escolher um candidato”, disse.

Santos, um dos co-fundadores do movimento criado em meio às manifestações de 2014 contra o governo da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), descartou que o partido possa apoiar uma eventual candidatura do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos).

O MBL rompeu com o governo paulista como mostrado pelo Metrópoles. O deputado estadual Guto Zacarias (União Brasil) deixou a vice-liderança do governo na Assembleia Legislativa de Sao Paulo (Alesp). Santos disse que o MBL “nunca se escorou no Tarcísio” e disse que colaboraram na aprovação da privatização da Sabesp.

“A gente nunca se escorou no Tarcísio. Ele é um homem público, reconheço as qualidades dele, mas ele sempre se escorou no Bolsonaro. Nós tivemos uma alaiança altiva. O Guto passou os projetos de lei e, em troca, ele liderou a discussão da privatização da Sabesp, a principal agenda do Tarcísio”, disse.

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