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Brasil

Maia sobre zerar imposto das armas: "Falta de sensibilidade do governo"

A medida, publicada no Diário Oficial da União, foi anunciada por Bolsonaro e entra em vigor a partir de 1º de janeiro do ano que vem

09/12/2020 15:01, atualizado 09/12/2020 18:42
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Igo Estrela/Metrópoles
Rodrigo Maia, na solenidade de recebimento da reforma administrativa

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), criticou, nesta quarta-feira (9/12), a “falta de prioridade e de sensibilidade do governo” de Jair Bolsonaro (sem partido) por, ao invés de se preocupar com a busca por imunizantes contra a Covid-19, zerou os impostos para importações de armas de fogo.

“As pessoas estão perdendo a vida. Os hospitais estão ficando sem leitos de UTI”, criticou Maia. “É uma distorção de prioridades por parte do governo”, acrescentou.

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Nesta quarta-feira, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a Câmara de Comércio Exterior (Camex), subordinada ao Ministério da Economia, editou resolução que zera imposto de importação cobrado sobre armas de fogo, como revólveres e pistolas.

A medida foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) e entra em vigor a partir de 1º de janeiro do ano que vem.

Atualmente, a alíquota sobre revólveres e pistolas importados é de 20%. A decisão não atinge espingardas e carabinas de caça ou tiro ao alvo. A resolução é assinada pelo presidente-substituto do Comitê-Executivo de Gestão e secretário-executivo do Ministério da Economia, Marcelo Guaranys.