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Brasil

Maceió: mina cede mais 13cm em um dia e afundamento chega a 2,24m

A mina de sal-gema operada pela Braskem, em Maceió, corre risco de colapso. Estado de alerta da Defesa Civil é permanente

09/12/2023 23:22, atualizado 10/12/2023 15:31
Defesa Civil Alagoas
Imagem colorida da Lagoa Mundaú, Maceió (AL) - Metrópoles

Nas últimas 24h, a mina de sal-gema operada pela Braskem, na capital de Alagoas, Maceió, cedeu mais 13cm. De acordo com o mais recente boletim da Defesa Civil, o deslocamento vertical acumulado da mina é de 2,24m, e a velocidade vertical, de 0,54cm por hora.

O estado de alerta da Defesa Civil é permanente devido ao risco de colapso da mina 18.

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Braskem minerou sal-gema na área urbana e minas cederam
Desnível em solo de bairro em Maceió
Tragédia da mineração da Braskem afetou 5 bairros de Maceió
Flexal, em Maceió, virou comunidade isolada
Maceió
Protesto de atingidos pela tragédia da mineração urbana em Maceió
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Braskem minerou sal-gema na área urbana e minas cederam
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Maceió
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A exploração mineral desenfreada vem sendo apontada por especialistas e autoridades públicas como a principal causa do problema
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A empresa resposável pelas minas é a Braskem
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Orlando Costa/Especial Metrópoles

Por precaução, a recomendação do órgão é para que a população não transite na área desocupada até nova atualização, enquanto medidas de controle e monitoramento são aplicadas para reduzir o perigo.

O bairro do Mutange, que faz parte da zona crítica para risco de colapso, registrou mais de 1 mil abalos sísmicos em cinco dias.
As atividades de mineração da Braskem nas minas de sal-gema provocaram o deslocamento do solo há anos, numa situação que obrigou mais de 55 mil pessoas a deixarem suas casas desde 2018, quando foi sentido o primeiro tremor de terra no bairro do Pinheiro.
O sal-gema, que tem uso industrial, só parou de ser extraído pela empresa no subsolo de Maceió em 2019. A Braskem é uma sociedade entre a Petrobras, que é controlada pelo governo federal, e a Novonor (ex-Odebrecht)