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Brasil

MA: patroa que agrediu e torturou doméstica grávida é presa no Piauí. Ouça áudio

O crime ocorreu em 17 de abril, quando a patroa resolveu "intimidar" a doméstica, grávida de seis meses, sob acusação de roubo

07/05/2026 11:02, atualizado 07/05/2026 11:40
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Reprodução/Redes sociais
Imagem colorida de Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, patroa que agrediu doméstica gestante - Metrópoles

Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, patroa acusada de torturar uma doméstica grávida no município de Paço do Lumiar, na Grande São Luís (MA), foi presa nesta quinta-feira (7/5), no Piauí. A suspeita relatou em áudio a violência. Ouça aqui:

Segundo a polícia, Carolina arrastou a funcionária pelos cabelos, agrediu a trabalhadora com coronhadas e colocou uma arma na boca da doméstica por desconfiar de que ela teria roubado uma joia.

O crime ocorreu em 17 de abril, quando a patroa resolveu “intimidar” a doméstica, grávida de 6 meses, sob a acusação de roubo.

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Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, patroa que agrediu doméstica gestante
Segundo a polícia, Carolina arrastou a funcionária pelos cabelos, a agrediu com coronhadas e colocou uma arma na boca dela por desconfiar de que ela teria roubado uma joia
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Segundo a polícia, Carolina arrastou a funcionária pelos cabelos, a agrediu com coronhadas e colocou uma arma na boca dela por desconfiar de que ela teria roubado uma joia

Divulgação/PCMA
Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, patroa que agrediu doméstica gestante
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Carolina Sthela Ferreira dos Anjos, patroa que agrediu doméstica gestante

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Conforme a Polícia Civil do Maranhão (PCMA), para agredir a funcionária, Carolina colocou a vítima de joelhos e ainda contou com a ajuda de um comparsa, que segurava a mulher durante o ataque.

Após a tortura, a patroa passou a ser investigada, e os policiais tiveram acesso a áudios de Carolina, registrados após a agressão.

Na gravação, a criminosa narra a tortura e ainda diz que quase foi presa, no entanto, o policial militar era conhecido dela e a liberou, mesmo com marcas de violências no corpo da vítima.

Carolina foi presa de forma preventiva, após pedido de prisão da Ordem dos Advogados do Brasil do Maranhão (OAB-MA).

Segundo os advogados, a medida foi expedida devido à “extrema gravidade dos fatos” no boletim de ocorrência, que detalhou “crime de tortura, majorado pela condição de gestante da vítima”.

Além disso, a defesa da doméstica relatou que a vítima sofreu “lesão corporal dolosa, calúnia e ameaça”.

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