Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

Lula: vacina não é questão de dinheiro, mas de amor à vida ou à morte

Para Lula, muitas mortes poderiam "ser evitadas se a gente tivesse um governo que tivesse feito o elementar"

Repórter de Brasil10/03/2021 12:48, atualizado 10/03/2021 13:04
Compartilhar notícia
Fabio Vieira/Metrópoles
Homem branco e grisalho segura uma garrafa de água e gesticula

São Paulo – O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aproveitou o primeiro discurso após a anulação das condenações, no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, para homenagear as vítimas do coronavírus e criticar a condução do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) no enfrentamento à pandemia.

Lula destacou que os laboratórios ofereceram vacinas diversas ao país e o governo de Bolsonaro recusou.

“A questão da vacina não é se tem dinheiro ou não, é se amo a vida ou a morte”
Lula: vacina não é questão de dinheiro, mas de amor à vida ou à morte - destaque galeria
6 imagens
O ex-presidente faz primeiro discurso após decisão do STF
Lula, em discurso no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC
O ministro Edson Fachin anulou as condenações de Lula
Ele disse que foi "vítima da maior mentira jurídica contada em 500 anos"
Ex-presidente lamentou crise provocada pelo coronavírus
Lula disse que foi "vítima da maior mentira jurídica contada em 500 anos"
1 de 6

Lula disse que foi "vítima da maior mentira jurídica contada em 500 anos"

Fabio Vieira/Metrópoles
O ex-presidente faz primeiro discurso após decisão do STF
2 de 6

O ex-presidente faz primeiro discurso após decisão do STF

Fabio Vieira/Metrópoles
Lula, em discurso no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC
3 de 6

Lula, em discurso no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC

Fabio Vieira/Metrópoles
O ministro Edson Fachin anulou as condenações de Lula
4 de 6

O ministro Edson Fachin anulou as condenações de Lula

Fabio Vieira/Metrópoles
Ele disse que foi "vítima da maior mentira jurídica contada em 500 anos"
5 de 6

Ele disse que foi "vítima da maior mentira jurídica contada em 500 anos"

Fabio Vieira/Metrópoles
Ex-presidente lamentou crise provocada pelo coronavírus
6 de 6

Ex-presidente lamentou crise provocada pelo coronavírus

Fabio Vieira/Metrópoles

“É uma questão de saber qual é o papel de um presidente da República no cuidado de seu povo, porque um presidente da República não é eleito para falar bobagem e fake news, não é eleito para incentivar a compra de armas como se tivéssemos necessitando de armas”, acrescentou.

Para Lula, se não fosse o Sistema Único de Saúde (SUS), teríamos perdido muito mais vidas para a doença. “Esse vírus, essa noite, matou quase 2 mil pessoas. Eram mortes que, muitas delas, poderiam ser evitadas se a gente tivesse um governo que tivesse feito o elementar”, continuou.

“Cadê o nosso querido Zé Gotinha? Bolsonaro mandou embora achando que era petista. Não tem nada a ver com o PT, ele era suprapartidário, era humanista. Queria que vocês meditassem, esse país não tem governo, não tem ministro da saúde da economia. Tem um fanfarrão”, completou.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters