Lula oficializa exoneração de ministros que vão disputar eleições
Edição extra do Diário Oficial da União formalizou a saída de oito ministros do governo Lula
atualizado
Compartilhar notícia

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) formalizou a exoneração de oito ministros que deixam o comando das pastas nesta terça-feira (31/3). Os nomes foram publicados em edição extra do Diário Oficial da União (DOU), bem como seus respectivos substitutos.
A Presidência confirmou mudanças em 14 pastas. Durante reunião ministerial, o titular do Planalto falou em mais quatro nomes que devem anunciar a saída nos próximos dias. Além dos oito oficializados, a expectativa é que outros ministros entreguem os cargos até o final da semana, após cumprirem agendas que estão pendentes.
De acordo com a legislação eleitoral, autoridades que vão concorrer a cargos diferentes daqueles que ocupam devem deixar o posto até seis meses antes do pleito. O prazo para desincompatibilização encerra no sábado (4/4).
Nesta terça, foram oficializadas as saídas dos seguintes ministros:
- Carlos Fávaro (Agricultura e Pecuária), pré-candidato ao Senado por Mato Grosso;
- Paulo Teixeira (Desenvolvimento Agrário), pré-candidato à Câmara dos Deputados por São Paulo;
- Macaé Evaristo (Direitos Humanos), pré-candidata à Assembleia Legislativa de Minas Gerais;
- André Fufuca (Esporte), cotado a disputar o Senado ou governo do Maranhão;
- André de Paula (Pesca), novo ministro da Agricultura e Pecuária
- Sonia Guajajara (Povos Indígenas), pré-candidata à Câmara dos Deputados por São Paulo;
- Simone Tebet (Planejamento e Orçamento), pré-candidata ao Senado por São Paulo.
- Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos), pré-candidato à Câmara por Pernambuco.
Confira aqui quem entra e quem sai do governo
Os ministros Rui Costa (Casa Civil), Camilo Santana (Educação), Renan Filho (Transportes), Marina Silva (Meio Ambiente), Jader Filho (Cidades) e Anielle Franco (Igualdade Racial) tiveram a saída confirmada, mas ainda não oficializada.
Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), Geraldo Alckmin (Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços) e Waldez Góes (Integração Regional) devem sair do cargo para disputar eleições, entretanto, não têm substituto definido.
Já Wolney Queiroz (Previdência Social), e Márcio França (Empreendedorismo) não bateram o martelo sobre o futuro político.
