Lira e Pacheco condenam atos de vandalismo em frente à sede da PF

Presidentes da Câmara e do Senado, Lira e Pacheco, respectivamente, repudiaram destruição de veículos e bens públicos

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Os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, Arthur Lira e Rodrigo Pacheco, respectivamente, repudiaram os atos de vandalismo em frente à sede da Polícia Federal (PF) no centro de Brasília. Bolsonaristas tentaram invadir o prédio, queimaram ônibus e carros, e jogaram pedra na polícia, em protesto contra prisão de um indígena.

Durante as violentas manifestações, ninguém foi preso.

De acordo com Pacheco, os “absurdos” atos são feitos por uma “minoria raivosa”. “A depredação de bens públicos e privados, assim como o bloqueio de vias, só servem para acirrar o cenário de intolerância que impregnou parte da campanha eleitoral que se encerrou”, comentou em uma rede social.

Já Lira chamou atenção para as manifestações pacíficas que vinham sendo feito antes em frente ao QG do Exército. “A capital federal recebeu cidadãos de todo o Brasil que, há mais de um mês, vem se expressando de maneira ordeira. Repudio veementemente a desordem, a violência e o risco à integridade física ou de patrimônio público e privado”, escreveu.

Veja as publicações:

Lira também pediu ajuda ao GDF. “Deixo meu apelo para o Governo do Distrito Federal redobrar os cuidados com a segurança. Nossa tradição democrática passa pela ordem e pela paz”, concluiu.

Da mesma forma, Pacheco conclamou a polícia para agir. “As forças públicas de segurança devem agir para reprimir a violência injustificada com intuito de restabelecer a ordem e a tranquilidade de que todos nós precisamos para levar o país adiante”, argumentou.

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Os manifestantes atearam fogo em carros e ônibus na área central de Brasília
Apoiadores do ex-presidente tentaram invadir à PF em dezembro de 2022
Bombas, tiros e gás de pimenta foram usados para tentar evitar a invasão ao prédio da Polícia Federal
Após a prisão do Cacique Tserere, bolsonaristas tentaram invadir o prédio da PF, em Brasília
As agressões e a tentativa de invasão da PF ocorreram no mesmo dia em que Lula foi diplomado no TSE
Quatro ônibus foram queimados em Brasília
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Quatro ônibus foram queimados em Brasília

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Os manifestantes atearam fogo em carros e ônibus na área central de Brasília
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Os manifestantes atearam fogo em carros e ônibus na área central de Brasília

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Apoiadores do ex-presidente tentaram invadir à PF em dezembro de 2022
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Apoiadores do ex-presidente tentaram invadir à PF em dezembro de 2022

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Bombas, tiros e gás de pimenta foram usados para tentar evitar a invasão ao prédio da Polícia Federal
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Bombas, tiros e gás de pimenta foram usados para tentar evitar a invasão ao prédio da Polícia Federal

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Após a prisão do Cacique Tserere, bolsonaristas tentaram invadir o prédio da PF, em Brasília
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Após a prisão do Cacique Tserere, bolsonaristas tentaram invadir o prédio da PF, em Brasília

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As agressões e a tentativa de invasão da PF ocorreram no mesmo dia em que Lula foi diplomado no TSE
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As agressões e a tentativa de invasão da PF ocorreram no mesmo dia em que Lula foi diplomado no TSE

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Lula no TSE após ser diplomado
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Lula no TSE após ser diplomado

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Entenda

As ruas do centro de Brasília se transformaram em um cenário de guerra, com carros e ônibus incendiados, explosões, tiros, bombas e um rastro de destruição por onde passaram manifestantes bolsonaristas na noite dessa segunda-feira (12/12). Segundo os bombeiros do Distrito Federal, sete veículos foram incendiados, o que inclui quatro ônibus totalmente consumidos pelas chamas e um parcialmente. Durante os atos de vandalismo, ninguém foi preso pelas forças de segurança.

Os protestos ocorreram no mesmo dia da diplomação do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Tribunal Superior Eleitoral e começaram após a prisão do cacique bolsonarista José Acácio Tserere Xavante. As manifestações violentas acendem um alerta, a 20 dias da cerimônia de posse do petista, marcada para 1º de janeiro.

A confusão começou quando bolsonaristas tentaram invadir a sede da Polícia Federal, na Asa Norte, após a prisão do indígena, determinada pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes. Tserere Xavante é suspeito de incitar protestos contra o resultado da eleição em diversos locais da capital federal, como no Congresso Nacional, no Aeroporto de Brasília, nos shoppings e no hotel onde Lula e o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), estão hospedados.

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