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O líder religioso Luiz Antônio Rodrigues Silva foi condenado, na sexta-feira (10/4), a oito anos e nove meses de reclusão, em regime inicial fechado, pelos crimes de violação sexual mediante fraude praticados contra duas adolescentes. A decisão foi proferida pelo juiz João Bosco Soares da Silva, da 14ª Vara Criminal de Cuiabá (MT).
De acordo com a decisão, Luiz Antônio é advogado e se utilizava do prestígio e influência que exercia como dirigente espiritual de um terreiro de Umbanda. Com o cargo, ele se aproximava das adolescentes para convencê-las de que atos sexuais faziam parte de supostas obrigações determinadas pelas entidades.
A Justiça reconheceu que as vítimas tiveram a liberdade de vontade comprometida em razão da fraude religiosa. Os autos revelam que os crimes seguiram um mesmo modus operandi. Em um dos casos, a adolescente foi levada a um motel sob o pretexto de que precisava realizar um “pagamento espiritual” relacionado às consultas religiosas que havia recebido.
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