Eleição 2026

Líder bolsonarista sobre PEC 6×1: “Podemos votar a favor lá na frente”

Sóstenes Cavalcante defende melhorias no texto conjunto de Reginaldo Lopes e Erika Hilton, cujo ele classificou como “horroroso”

atualizado

metropoles.com

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HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto
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1 de 1 sostenes-cavalcante - Foto: <p>HUGO BARRETO / METRÓPOLES<br /> @hugobarretophoto</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div>

O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ), afirmou nesta sexta-feira (24/4) que o partido poderá votar favoravelmente à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acaba com a escala 6×1 “lá na frente”. A fala foi durante entrevista ao Contexto Metrópoles.

O bolsonarista defende o debate da matéria no sentido de melhorar o texto que juntou a proposta do deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG) e da deputada Erika Hilton (Psol-SP), cujo ele classificou como “horrososo”.

“Nós não somos contra o debate. Somos contra o texto conforme esses dois textos da PEC do Reginaldo Lopes e da Erika Hilton, que são dois textos horrorosos. Em vez de resolver o problema do trabalhador, a intenção seria essa, mas vai criar um problema ainda maior. No mérito nós vamos discutir”, declarou.

O líder do PL defende ainda que essa pauta possa ser discutida depois das eleições para não contaminar o debate em um ano eleitoral. 

“Nós podemos discutir esse assunto, reduzir uma hora de trabalho pelos próximos quatro anos pós eleição, para não se contaminar o debate nesse momento de eleição. A gente pode falar: bom, a partir de 2027 as empresas terão que reduzir uma hora de trabalho. Isso não dá um impacto econômico diretamente. Esta é a primeira proposta que nós temos para contribuir no mérito”, disse.

Eleitorado feminino

Ainda durante a entrevista, Sóstenes reconheceu a dificuldade da direita com o eleitorado feminino. “Nós temos detectado em nossas pesquisas e a grande virtude de qualquer político é ter autocrítica.

Nós, da direita, em todas as nossas pesquisas, temos dificuldade com o voto feminino. Reconhecer essa dificuldade é fazer com que a gente se autoavalie, faça a autocrítica e melhoremos para isso. Então, acho que a gente tem que ter um olhar diferenciado com a mulher”, disse.

O deputado carioca defendeu também uma mulher como pré-candidata à vice-presidência na chapa de Flávio Bolsonaro (PL). Ele citou o nome de Priscila Costa (PL), vereadora de Fortaleza, mas entende que uma chapa “puro-sangue” não seria o ideal, portanto, ele trouxe o nome da senadora Tereza Cristina (PP-MS), a quem classificou como “muito bem-vista”, e da deputada federal Simone Marquetto (PP-SP), que é católica, e a deputada Clarissa Tércio, que é nordestina, característca que o líder aposta como positiva para a campanha de Flávio.

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