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Encarcerado no Complexo Penitenciário da Papuda, o ex-ministro Geddel Vieira Lima estaria tentando fechar um acordo de colaboração premiada. De acordo com a coluna Radar, da revista Veja, o delator em potencial foi à Procuradoria-Geral da República (PGR) já durante a gestão de Raquel Dodge. As informações foram publicadas na sexta-feira (3/11).

Geddel foi preso no começo de setembro, em Salvador (BA), por ordem do juiz Vallisney de Souza Oliveira, da 10ª Vara Federal do DF. O encarceramento do ex-ministro teve como um dos principais motivos a descoberta de um apartamento com R$ 51 milhões em espécie. O peemedebista, que até então estava em prisão domiciliar, foi transferido para o Complexo Penitenciário da Papuda.

No pedido de prisão, o Ministério Público Federal (MPF) classificou Geddel como “criminoso habitual” e afirmou que o ex-ministro “continua praticando delitos”. Em documento, o MPF declarou: “Mesmo detido, ele [Geddel] poderia, como efetivamente o fez, manter contatos com outros envolvidos nos crimes”.

Alguns dias após a prisão de Geddel, aliados do governo mostraram preocupação com a possibilidade de o ex-ministro tentar uma delação. Segundo auxiliares próximos ao presidente Michel Temer, Geddel estaria instável e, após o episódio da apreensão milionária no bunker, mais suscetível a falar.

 

 

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