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Justiça

MPF abre inquérito para apurar conduta de Wajngarten após post polêmico

Perfil oficial da Secom classificou como “heróis do Brasil” agentes públicos que atuaram na repressão à Guerrilha do Araguaia, na ditadura

14/05/2020 23:14
Michael Melo/Metrópoles
Fabio Wajngarten, chefe da Secom de Bolsonaro

O Ministério Público Federal (MPF) determinou a abertura de inquérito civil para apurar a conduta do chefe da Secretaria Especial de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), Fábio Wajngarten, por postagem em rede social do órgão.

Na semana passada, a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC), órgão ligado à Procuradoria-Geral da República (PGR), pediu a abertura da investigação por possível apologia a crimes contra a humanidade.

No documento, o órgão pediu a apuração e a responsabilização pessoal de Wajngarten, inclusive por suposta prática de improbidade administrativa.

O motivo foi publicação feita na terça-feira (05/05) na conta oficial da Secom no Twitter. A postagem classificou como “heróis do Brasil” os agentes públicos que atuaram na repressão à Guerrilha do Araguaia, nos anos de 1970, durante a ditadura militar.

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A divulgação foi acompanhada de imagem de encontro, ocorrido na véspera, entre o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e Sebastião Curió, oficial do Exército brasileiro que chefiou a campanha de repressão no Araguaia.

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Fabio Wajngarten
Wajngarten disse que fechamento da Ford não tem haver com situação econômica
Fabio Wajngarten critica presidente do Hospital Albert Einstein, Claudio Lottenberg.
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Fabio Wajngarten critica presidente do Hospital Albert Einstein, Claudio Lottenberg.

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Foto: Alan Santos/PR
Wajngarten disse que fechamento da Ford não tem haver com situação econômica
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Marcos Corrêa/PR