MP do Rio vai investigar Carlos Bolsonaro por funcionários fantasmas

O órgão avalia se o vereador exigia parte do pagamento de assessores em troca de contratações no gabinete

Divulgação/Câmara Municipal do Rio de JaneiroDivulgação/Câmara Municipal do Rio de Janeiro

atualizado 11/09/2019 16:28

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) abriu dois procedimentos para investigar o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL). O órgão vai apurar se o parlamentar exigia parte do pagamento de assessores em troca do cargo no gabinete na Câmara Municipal do Rio.

A investigação criminal está sob a responsabilidade do procurador-geral de Justiça do Rio, Eduardo Gussem. Já o segundo procedimento, na área cível, ficou a cargo da 8ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa da Cidadania da Capital.

Os inquéritos foram abertos com base em uma publicação da revista Época, denunciando que Carlos empregou sete parentes da ex-mulher de Bolsonaro. Os procuradores avaliam outras possíveis contratações de pessoas que não trabalhavam na Câmara. (Com informações da Agência Estado)

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