Justiça manda libertar padrasto do menino Joaquim

Guilherme Longo está preso desde 2013. Ele deve deixar a penitenciária de Tremembé nesta terça-feira (23/2)

atualizado

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Guilherme Longo
1 de 1 Guilherme Longo - Foto: Reprodução/EPTV

Guilherme Longo, padrasto e principal suspeito pela morte do menino Joaquim Ponte Marques, em Ribeirão Preto, deve deixar a penitenciária de Tremembé nesta terça-feira (23/2). Decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), no final da tarde de segunda (22) manda libertar Longo, que está preso desde 2013 e ficará em casa, mas com restrições. Entre outros pontos, ele não poderá frequentar locais públicos.

A Justiça acatou argumento do advogado de defesa, Antonio Carlos de Oliveira, de que até hoje falta uma perícia que, em tese, poderia ser favorável a seu cliente.

Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, desapareceu de sua casa em Ribeirão Preto no dia 5 de novembro de 2013. Cinco dias depois, seu corpo foi localizado no Rio Pardo, em Barretos (SP). O padrasto é o principal suspeito pela morte do menino.

Ele nega qualquer envolvimento, assim como a mãe do garoto, a psicóloga Natália Ponte, também citada no processo, mas que aguarda em liberdade o julgamento.

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