Caso Miguel: MP de Pernambuco pede cassação do prefeito de Tamandaré

Além de Mirtes, outras duas funcionárias pessoais de Sérgio Hacker também estavam listadas como contratadas da prefeitura

atualizado

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Sérgio Hacker, prefeito de Tamandaré
1 de 1 Sérgio Hacker, prefeito de Tamandaré - Foto: Reprodução/Facebook

O Ministério Público de Pernambuco pediu à Justiça, nesta quarta-feira (01/07), a cassação do mandato e o bloqueio dos bens do prefeito de Tamandaré (PE), Sérgio Hacker Corte Real. O político é esposo de Sarí Corte Real, indiciada pelo abandono do gatroto Miguel Otávio, de 5 anos, que morreu após cair de um prédio de luxo em Recife (PE). 

A mãe do garoto, Mirtes Renata Santana de Souza, era empregada doméstica do prefeito, embora seu nome constasse dos quadros de funcionários comissionados da administração municipal, assim como o da avó da criança, Marta Maria Santana Alves.

Como noticiado pelo Metrópoles, o nome de Mirtes consta no Portal da Transparência e seu cargo é de gerente de Divisão na manutenção das “atividades de administração”, uma função comissionada, que só pode ser concedida pelo prefeito ou por seus secretários.

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Miguel com a mãe, Mirtes Renata Santana
Mirtes, mãe de Miguel, disse não ter motivos para comemorar as festividades de fim de ano
A patroa de Mirtes foi presa em flagrante, mas foi liberada após o pagamento de fiança
Sérgio Hacker, prefeito de Tamandaré e patrão de Mirtes em Recife
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Sérgio Hacker, prefeito de Tamandaré e patrão de Mirtes em Recife

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Miguel com a mãe, Mirtes Renata Santana
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Miguel com a mãe, Mirtes Renata Santana

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Mirtes, mãe de Miguel, disse não ter motivos para comemorar as festividades de fim de ano
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Mirtes, mãe de Miguel, disse não ter motivos para comemorar as festividades de fim de ano

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A patroa de Mirtes foi presa em flagrante, mas foi liberada após o pagamento de fiança
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A patroa de Mirtes foi presa em flagrante, mas foi liberada após o pagamento de fiança

Arquivo Pessoal

Uma terceira funcionaria pessoal do prefeito, chamada Luciene Raimundo Neves, que trabalhava na residência de Tamandaré, também constava como exercendo um cargo comissionado na administração municipal.

Além do Ministério Público de Pernambuco pedir a condenação de Sérgio Hacker por por improbidade administrativa, a promotoria solicitou o bloqueio de R$ 580.095,60 do prefeito.

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