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Justiça

Caso Marielle: acusados viram réus em ação cível e têm bens bloqueados

Ronnie Lessa e Élcio Vieira de Queiroz vão responder a processo de indenização movido pela viúva da parlamentar, Mônica Benício

17/03/2021 16:05, atualizado 17/03/2021 16:07
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Reprodução
Foto em preto e branco da vereadora Marielle Franco - Metrópoles

O juiz Marcos Antônio Ribeiro de Moura Brito, da 29ª Vara Cível do Rio de Janeiro, tornou réus os acusados de assassinar a vereadora Marielle Franco (PSol-RJ) e o motorista Anderson Gomes. Além disso, o magistrado também decidiu bloquear os bens dos dois supostos envolvidos no crime.

O sargento reformado da Polícia Militar Ronnie Lessa e o ex-PM Élcio Vieira de Queiroz vão responder a processo de indenização movido pela viúva da parlamentar, a vereadora Mônica Benício (PSol).

Segundo o juiz, há razões suficientes para garantir o prosseguimento da ação de indenização por danos morais e materiais. O magistrado relembra que o Tribunal de Justiça fluminense já determinou que Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz deverão responder pelo assassinato de Marielle em um tribunal do júri.

“A pronúncia, como se sabe, significa que o Juiz Presidente do Tribunal do Júri considerou admissíveis as acusações em face dos réus, e, se o fez, é porque vislumbrou indícios de materialidade e autoria com relação ao crime a eles imputados”, apontou.

A decisão também congelou até R$ 1 milhão nas contas de Ronnie Lessa e Elcio de Queiroz e determina o bloqueio de todos os bens móveis e imóveis em nome da dupla até o fim do processo. Os advogados dos ex-policiais foram intimados a se manifestar no caso.

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Marielle Franco
Placa em homenagem à Marielle Franco
Monica Benizio
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Marielle Franco e sua irmã Anielle Franco, ministra da Igualdade Racial do governo Lula
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Marielle Franco e sua irmã Anielle Franco, ministra da Igualdade Racial do governo Lula

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Marielle Franco
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Placa em homenagem à Marielle Franco
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Placa em homenagem à Marielle Franco

André Borges/Esp. para o Metrópoles
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PF e MP encontram elos entre capitão Adriano e acusado de matar Marielle
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PF e MP encontram elos entre capitão Adriano e acusado de matar Marielle

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Caso Marielle Franco é um exemplo de violência contra políticos
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Caso Marielle Franco é um exemplo de violência contra políticos

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Homenagem a Marielle na Alerj
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Homenagem a Marielle na Alerj

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Élcio Vieira de Queiroz e Ronnie Lessa são suspeitos de assassinar a vereadora Marielle Franco (PSol-RJ) e o motorista Anderson Gomes
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Élcio Vieira de Queiroz e Ronnie Lessa são suspeitos de assassinar a vereadora Marielle Franco (PSol-RJ) e o motorista Anderson Gomes

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Autoridades detalham operação que prendeu suspeitos de envolvimento na morte da vereadora e de seu motorista
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Autoridades detalham operação que prendeu suspeitos de envolvimento na morte da vereadora e de seu motorista

Alessandro Buzas/Futurapress
Ao lado de Witzel, Daniel Silveira e Rodrigo Amorim quebram placa de homenagem à Marielle Franco, durante a campanha em 2018
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Ao lado de Witzel, Daniel Silveira e Rodrigo Amorim quebram placa de homenagem à Marielle Franco, durante a campanha em 2018

Reprodução/ Redes Sociais
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ELISÂNGELA LEITE/ANISTIA INTERNACIONAL
Vereadora Marielle Fraznco, morta em 2018
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Vereadora Marielle Fraznco, morta em 2018

Divulgação
Jean Wyllys e Marielle Franco
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Jean Wyllys e Marielle Franco

Reprodução/Instagram
Vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018
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Vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018

Divulgação
Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram mortos em março de 2018
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Marielle Franco e o motorista Anderson Gomes foram mortos em março de 2018

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Marielle foi assassinada a tiros
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Marielle foi assassinada a tiros

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Reprodução/ Instagram
Ela era vereadora pelo PSol, no Rio de Janeiro
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Ela era vereadora pelo PSol, no Rio de Janeiro

Renan Olaz/CMRJ
A vereadora também se engajou na luta pelos direitos das mulheres
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A vereadora também se engajou na luta pelos direitos das mulheres

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Jose Lucena/futura press/Estadao
Vereadora Marielle Franco foi assassinada há 5 anos com seu motorista Anderson Gomes
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Vereadora Marielle Franco foi assassinada há 5 anos com seu motorista Anderson Gomes

Renan Olaz/CMRJ