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Imprensa

Por que o Metrópoles merece o seu voto no Troféu Mulher Imprensa?

O portal de notícias está participando do prêmio com o projeto Elas por Elas, que cobriu todos os feminicídios do DF em 2019

17/02/2020 05:28, atualizado 17/02/2020 11:57
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Por que o Metrópoles merece o seu voto no Troféu Mulher Imprensa?
Por que o Metrópoles merece o seu voto no Troféu Mulher Imprensa?

O Metrópoles é finalista do 14° Troféu Mulher Imprensa com o Elas por Elas. O projeto cobriu sistematicamente os feminicídios de 2019 no Distrito Federal e concorre na categoria Melhor Reportagem Especial ou Série com Temática sobre Violência contra Mulher. O trabalho disputa o primeiro lugar com UOL, Agência Pública, Estado de S.Paulo, TV Globo, The Intercept Brasil e G1.

Clique aqui para votar.

Um júri especializado, composto por profissionais de relevância no mercado brasileiro, indicou as matérias especiais que tiveram destaque durante o ano de 2019. Na etapa final, a votação será feita com voto popular no site do Portal Imprensa. Os interessados podem escolher os melhores das 18 categorias até as 23h59 do dia 2 de março de 2020.

Para conquistar o seu voto, o Metrópoles listou por que você deve gastar um minuto do seu dia clicando no site e registrando o seu voto.

1. O portal contou a história de todas as vítimas de feminicídio do Distrito Federal em 2019. Foram 365 dias monitorando os casos ocorridos em Brasília e em suas regiões administrativas a partir dos registros da Secretaria de Segurança, do Ministério Público, do Corpo de Bombeiros Militar e das polícias Civil e Militar.

2. Publicamos perfis de 33 mulheres com níveis sociais completamente diferentes, mas conectadas por uma realidade em comum: foram vítimas do ciclo de violência atrelado à cultura machista. O Elas por Elas deu visibilidade às tragédias provocadas pela violência doméstica, humanizando estatísticas frias.

3. O projeto investiu em diferentes linguagens para contar as histórias das vítimas: crônica, animação, rap e reportagens. A multiplicidade de formatos ajuda a alcançar um público maior e passar a mensagem para o maior número de pessoas possíveis.

https://www.youtube.com/watch?v=laGqTLgO7Fw&feature=emb_logo

4. As histórias de todas as vítimas de feminicídio do Distrito Federal foram contadas por 47 profissionais do sexo feminino (jornalistas, fotógrafas, artistas gráficas, revisoras e cinegrafistas), conhecidas por sua sensibilidade, para aproximar os leitores da trajetória de vida dessas mulheres e criar empatia, único sentimento capaz de interromper a indiferença diante dos pedidos de socorro de tantas brasileiras.

5. Para encerrar o projeto Elas por Elas, apresentamos uma matéria interativa com todos os números coletados durante um ano de apuração. O leitor pode filtrar, em um infográfico especial, as vítimas por idade, local da morte, quantidade de filhos e outras diversas informações.

Clique aqui para votar.

6. Durante 2019, o Metrópoles manteve na capa do portal um contador atualizado com os casos de agressão contra mulheres registrados no DF. Entre 1° de janeiro e 31 de dezembro, 16.954 vítimas procuraram a Polícia Civil e fizeram boletins de ocorrência, enquadrados na Lei Maria da Penha.

7. Além dos perfis, as repórteres realizaram entrevistas com especialistas, pesquisadores e autoridades responsáveis por proteger as brasileiras. O objetivo era ajudar a população a compreender dados, identificar situações de risco e saber como auxiliar quem corre perigo.

8. A equipe do Metrópoles também monitorou políticas públicas, mapeou iniciativas bem-sucedidas de combate à violência e falou sobre experiências inspiradoras de mulheres que superaram relacionamentos abusivos.

Clique aqui para votar.

9. Elas por Elas também criou uma cultura profissional na redação do Metrópoles para a cobertura dos casos que envolvem feminicídio. As imagens e palavras passaram a ser vigiadas para não reproduzirem conceitos machistas.

10. Em parceria com a Secretaria de Educação, a equipe do portal passou por 15 colégios para conversar com os alunos sobre violência contra as mulheres. Depois de dialogar diariamente com especialistas, sobreviventes, órfãos e famílias feridas, chegamos a uma conclusão: apesar de as leis Maria da Penha e do Feminicídio serem importantes na punição desses criminosos, elas não são suficientes para cessar esse tipo de violência. Acabar com a cultura machista é a única forma de salvar futuras vítimas.