Metrópoles investe em jornalismo de dados e lança nova editoria

(M)Dados vai analisar grande volume de informações para subsidiar as editorias do portal, além de produzir reportagens especiais

Igo Estrela/MetrópolesIgo Estrela/Metrópoles

atualizado 10/09/2019 19:56

Com 4 anos completos e 45 milhões de usuários por mês, o Metrópoles segue investindo em conteúdo de qualidade aos leitores. Uma das mais recentes novidades é o núcleo de análise de grande volume de informações, o (M)Dados. Atento ao que há de mais inovador no jornalismo, o portal evolui e segue sua natureza de ter sido criado exclusivamente nas plataformas digitais.

O objetivo do (M)Dados vai além do de produzir notícias baseadas em informações disponíveis em sites públicos, mas fazer análises e cruzamentos entre os dados abertos com a ajuda de tecnologia, buscar conteúdos não divulgados pelos órgãos governamentais por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI) e encontrar materiais relevantes nas mais variadas origens existentes.

No dia a dia, o núcleo subsidiará as diversas editorias do site para qualificar as matérias publicadas ordinariamente. Ao mesmo tempo, irá se dedicar a reportagens especiais, com um minucioso trabalho de obtenção, raspagem e tratamento de dados a serem apresentados em infográficos dinâmicos e interativos. Os temas não serão voltados apenas ao mundo político, uma vez que serão abordados assuntos variados, como cultura, entretenimento e esportes.

O novo projeto é coordenado pelos jornalistas Rafaela Lima e Ricardo Taffner e já começou a apresentar os primeiros resultados (veja aqui). Rafaela é gestora de redes sociais e atuou em agências da capital da República. Taffner é especialista em análise política e já trabalhou com desenvolvimento de softwares. Ao grupo soma-se a expertise do repórter Lucas Marchesini, mestre em jornalismo computacional e de dados.

Jornalismo de dados

O jornalismo de dados tem crescido nos últimos anos com a abertura de informações de órgãos públicos e do surgimento da Lei de Acesso à Informação. Com ferramentas antes aplicadas somente no mundo da tecnologia da informação, os repórteres utilizam linguagens de programação e aplicam diversos softwares para garimpar o conteúdo existente no mundo virtual e tratá-lo para ser apresentado da melhor forma ao leitor. Nessas reportagens, as principais fontes são os próprios dados, com os quais se pretende provar ou refutar as teorias existentes.

 

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