IBGE: setor de serviços recua 0,4% em maio
Segundo IBGE, resultado foi puxado pelos atividades de transportes e os outros serviços

O volume do setor de serviços no Brasil recuou 0,4% em maio deste ano na comparação com abril, conforme dados divulgados nesta quarta-feira (15/7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em abril, houve uma alta de 1,2% frente a março de 2026.
No acumulado do ano, há alta de 1,9%. Em relação a maio de 2025, houve aumento de 0,4%, conforme o IBGE.
O resultado negativo em maio foi puxado por atividades de transportes e os outros serviços. Com relação a maio de 2025, o volume de serviços cresceu 0,4%.
Em 12 meses, houve alta de 2,6%. Os dados fazem parte da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE nesta quarta. Em 2025, o setor de serviços encerrou com um avanço de 2,8%, conforme o IBGE.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesO setor de serviços no Brasil
- A Pesquisa Mensal de Serviços monitora a receita bruta de serviços nas empresas formais, com 20 ou mais trabalhadores. São excluídas as áreas de saúde e educação.
- A próxima divulgação da PMS referente a junho de 2026 será em 12 de agosto.
- Em 2025, o volume de serviços fechou com alta de 2,8%, quinto ano seguido de crescimento.
Destaques do setor de serviços em maio
Em maio, duas das cinco atividades apuradas tiveram resultados negativos: transportes (-1,0%) e os outros serviços (-1,9%).
No campo positivo, ficaram as atividades de profissionais, administrativos e complementares (1,9%) e serviços prestados às famílias (0,2%).
Variação dos setores
- Serviços prestados às famílias: 3,1%;
- Alojamento e alimentação: 4,2%;
- Outros serviços às famílias: -4,0%;
- Serviços de informação e comunicação: 5,2%;
- Tecnologia da informação e comunicação (TIC): 3,9%;
- Telecomunicações: 1,2%;
- Serviços de TI: 6,6%;
- Audiovisuais: 15,7%;
- Serviços profissionais, administrativos e complementares: 2,3%;
- Serviços técnico-profissionais: 5,2%;
- Serviços administrativos e complementares: 0,1%;
- Transportes, auxiliares e correio: -4,2%;
- Transporte aquaviário: -0,4%;
- Transporte aéreo: -20,7%;
- Armazenagem e correio: -2,9%;
- Outros serviços: -2,4%.

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