Haddad troca posse da Caixa por reunião com Lula e Jean Paul Prates
Lula, Haddad e presidente da Petrobras se encontraram no Palácio do Planalto para tratar da questão energética

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, trocou a posse do novo presidente da Caixa Econômica, Carlos Vieira, por uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates. Os três conversam sobre transição energética no Palácio do Planalto, nesta quinta-feira (9/11), junto com os ministros Rui Costa (Casa Civil) e Alexandre Silveira (Minas e Energia), e o restante da diretoria da Petrobras (veja detalhes sobre a reunião abaixo).
A presença de Haddad na posse da Caixa havia sido confirmada nessa quarta-feira (8/11), pela agenda oficial do ministro. Além do titular da Fazenda e de Lula, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), também não compareceu à posse. O deputado já está em sua base, em Alagoas.
Haddad foi representado por seu secretário-executivo, Dario Durigan, que reforçou que Lula havia chamado o titular da pasta para uma reunião e pediu desculpas pela ausência dele.

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Ver todasCarlos Vieira foi endossado por Lira para assumir a presidência da Caixa, após o governo Lula dispensar Rita Serrano do cargo que ela ocupava desde o começo do ano. Em nota, o Planalto disse que o petista agradeceu o “trabalho” e a “dedicação” de Rita no banco. O comando da Caixa estava na mira do Centrão.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesO tema da energia será tratado novamente por Lula nesta quinta, em uma reunião às 15h com o presidente da Fortescue, empresa de energia verde da Austrália.
Reunião com Petrobras
Segundo Haddad, a reunião no Planalto tratou do plano de investimentos da Petrobras. “É o plano quinquenal da Petrobras que foi apresentado pela diretoria ao presidente da República. Em todas as áreas, gás, petróleo, estaleiro, fertilizante para a gente ter uma visão geral do plano 2024-2028”, disse o ministro a jornalistas após a reunião.
Sem dar detalhes, o titular da Fazenda afirmou ainda que haverá “uma ampliação considerável” dos investimentos da empresa petroleira em energia renovável.



