Governo pede propostas de bancos para reduzir inadimplência no país

Ministro da Fazenda recebeu a incumbência para encontrar uma solução que reduza a inadimplência das famílias

atualizado

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1 de 1 Imagem colorida do Ministro da Fazenda Dario Durigan - Foto: Diogo Zacarias/MF

O Ministério da Fazenda pediu que bancos e outras instituições financeiras apresentem propostas para reduzir a inadimplência da população brasileira. A informação foi repassada à imprensa nesta terça-feira (31/3) pelo titular da pasta, Dario Durigan.

“Pedi que a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) viesse, não só a Febraban, como outros, para que eles nos trouxessem propostas, cenários. Eles trouxeram onde está a dívida das pessoas, cartão de crédito, cheque especial, situação dos consignados. Foi um bom diagnóstico para que (a gente) comece a estudar as medidas”, afirmou Durigan na entrada da Fazenda.

O ministro lembrou que o presidente República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), repassou a demanda de encontrar uma saída que ajude a reduzir a inadimplência no país na quinta-feira (26/3). O ministro não quis dar detalhes sobre possíveis ideias e andamento das discussões.

“Nós estamos trabalhando com isso, dialogando com vários ministérios, com alguns setores do sistema financeiro. No momento oportuno, eu volto a falar disso porque nós estamos construindo ainda o plano”, resumiu.

O encontro entre Durigan e outras instituições que representam os bancos e empresas de crédito foi realizado na segunda-feira (30/3).

A reportagem procurou a Febraban para saber detalhes do encontro, mas não houve resposta. O espaço segue aberto.

Subindo

A inadimplência tem aumentado na última década. O total, conforme o Mapa da Inadimplência do Brasil: 10 anos, divulgado na última semana pela Serasa, foi de 81,7 milhões em fevereiro, resultado de um crescimento de 38,47% desde 2016.

Com isso, cerca de 75% da população economicamente ativa do país — um total de 108 milhões — está endividada. O assunto do endividamento virou pauta frequente das falas de Lula.

“Há uma contradição na economia, que é o seguinte: o desemprego é o menor da história, o crescimento da massa salarial é o maior da história, o desemprego é o menor da história, mas há uma percepção na sociedade de que as coisas não estão bem, de que a sociedade está endividada. E eu estou querendo descobrir essas dívidas das pessoas”, disse o presidente Lula na terça-feira (24/3).

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