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Brasil

Governo nega influência eleitoral no reajuste do Bolsa Família

Reajuste do benefício foi anunciado nesta quinta-feira (17/9). Com a mudança, o valor passará de R$ 600 para R$ 691 a partir de outubro

17/09/2026 12:23
BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto
Ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome do Brasil, Wellington Dias, concede entrevista exclusiva ao colunista Paulo Cappelli no estúdio do Metrópoles

O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social (MDS), Wellington Dias, negou que o reajuste do Bolsa Família tenha relação com as eleições de 2026. Segundo ele, a medida foi feita “com muita responsabilidade”.

“Tudo isso foi estudado, analisado, e estamos aqui cumprindo uma regra legal. A lei autoriza o presidente a dar uma recomposição da inflação. Foi feito com muita responsabilidade”, afirma Wellington Dias.

Conforme o ministro, a pasta realizou estudos para definir o reajuste. “Temos, de um lado, todo o cumprimento da lei e, de outro, a responsabilidade fiscal”, afirmou.

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O governo anunciou nesta quinta-feira (17/9) que o valor mínimo do benefício passará de R$ 600 para R$ 691 a partir de outubro.

De acordo com o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, reajuste corrige o valor dos benefícios de acordo com a inflação, que foi de 15,04% entre o início do programa até agosto de 2026.

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“Boa parte do remanejamento será feito da despesa previdenciária para o Bolsa família”, diz Moretti.