GO: síndico que matou corretora em emboscada pode ir a júri popular

Corretora foi morta a tiros em dezembro de 2025, após ser vítima de uma emboscada armada pelo síndico, em Caldas Novas (GO)

atualizado

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Jucimar de Sousa / METRÓPOLES @jucimardesousa_foto
Imagem colorida,síndico Cleber Rosa, apontado como autor do crime- Metrópoles
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GoiâniaPreso acusado de matar e ocultar o corpo da corretora de imóveis Daiane Alves, o síndico Cléber Rosa de Oliveira pode ser levado a júri popular. Nessa quarta-feira (6/5) ele passou pela primeira fase da audiência de instrução, que teve duração de quase 6 horas, e que baseia a decisão da Justiça.

O rito processual, que busca confirmar os indícios de autoria e materialidade do crime, terá continuidade em julho, quando a magistrada deverá proferir a sentença de pronúncia sobre o julgamento do réu.


Emboscada contra corretora

  • O crime aconteceu em 17 de dezembro de 2025, em Caldas Novas (GO), quando Daiane desapareceu após descer ao subsolo do condomínio onde morava e trabalhava.
  • Conforme as investigações, segundo o processo, a corretora foi atraída para uma emboscada, ao ter energia de seu apartamento cortada propositalmente para que ela fosse ao encontro do agressor.
  • A motivação, conforme o inquérito policial, foi uma desavença profissional. Daiane havia assumido a gestão de diversos apartamentos que antes eram administrados pelo síndico, o que gerou uma disputa comercial no setor imobiliário local.
  • Ela foi assassinada com disparos de uma pistola calibre .380, em uma região de mata, às margens da GO-213, onde o corpo foi ocultado por cerca de 40 dias.
  • O síndico confessou o crime no dia 28 de janeiro.

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Síndico Cleber Rosa, apontado como autor do crime
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Daiane Alves Souza, corretora assassinada em Caldas Novas
Corpo da corretora Daiane foi encontrado em Caldas Novas
Vídeo mostra Cléber encapuzado antes de atacar Daiane
Síndico Cleber Rosa, preso pelo assassinato da corretora Daiane Alves
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Síndico Cleber Rosa, preso pelo assassinato da corretora Daiane Alves

Síndico Cleber Rosa, apontado como autor do crime
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Síndico Cleber Rosa, apontado como autor do crime

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Daiane Alves Souza, corretora assassinada em Caldas Novas
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Daiane Alves Souza, corretora assassinada em Caldas Novas

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Corpo da corretora Daiane foi encontrado em Caldas Novas
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Corpo da corretora Daiane foi encontrado em Caldas Novas

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Vídeo mostra Cléber encapuzado antes de atacar Daiane
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Vídeo mostra Cléber encapuzado antes de atacar Daiane

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A corretora Daiane Alves Souza foi assassinada por síndico em Caldas Novas
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A corretora Daiane Alves Souza foi assassinada por síndico em Caldas Novas

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Daiane Alves Souza
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Daiane Alves Souza

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Daiane Alves, no elevador
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Daiane Alves, no elevador

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Júri popular

A sessão de instrução e julgamento de Cléber começou por volta das 13h30 e se estendeu até depois das 19h. Durante a tarde, a juíza responsável ouviu as 13 testemunhas de acusação, que detalharam as circunstâncias que envolveram o desaparecimento e a morte da corretora de imóveis.

Nesta fase do processo, a magistrada avalia se as provas apresentadas pelo Ministério Público são sólidas o suficiente para que ele seja julgado pelo Tribunal do Júri, formado por sete cidadãos comuns.

Contudo, o desfecho do rito terá ainda uma segunda etapa da audiência de instrução já foi agendada para o mês de julho, ainda sem data específica divulgada. Nesta nova fase, deverão ser concluídas as oitivas restantes e o interrogatório do réu.

Cléber Rosa de Oliveira responde pelos crimes de homicídio e ocultação de cadáver. Caso a juíza decida pela “pronúncia”, ele será oficialmente encaminhado ao banco dos réus para enfrentar o veredito popular.

O síndico Cléber Rosa de Oliveira, acusado de matar e ocultar o corpo da corretora Daiane Alves, passou nesta quarta-feira (6/5) pela primeira fase da audiência de instrução, onde a Justiça decidirá se ele será levado a júri popular. Durante a sessão, que durou mais de cinco horas em Caldas Novas, 13 testemunhas foram ouvidas, todas arroladas pela acusação.

Caso Daiane

O caso do desaparecimento e morte de Daiane gerou repercussão nacional. A investigação avançou após o síndico confessar o crime e indicar o local onde havia ocultado os restos mortais, em uma área de mata.

Outro ponto crucial para a perícia técnica foi a localização do celular da vítima, encontrado dentro da caixa de esgoto do condomínio. No aparelho, a polícia conseguiu encontrar vídeos recuperados que registraram o momento do ataque contra Daiane, servindo como prova material contundente contra o acusado.

Na época do crime, o filho do síndico, Maicon Douglas, também chegou a ser detido sob suspeita de envolvimento, mas foi solto pouco tempo depois por falta de indícios que justificassem a manutenção da prisão. Atualmente, Cléber permanece em prisão preventiva, uma vez que a Justiça de Caldas Novas rejeitou os pedidos de liberdade da defesa, citando a gravidade da conduta.

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