Com Gleisi ministra, PT elegerá novo presidente após o Carnaval

Presidente do PT, Gleisi Hoffmann assumirá articulação de Lula no Planalto e abre disputa para “mandato tampão” na legenda

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Gleisi Hoffmann elogia estatais fora do programa de privatização pt
1 de 1 Gleisi Hoffmann elogia estatais fora do programa de privatização pt - Foto: Hugo Barreto/Metrópoles

Com a nomeação da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, como ministra da Secretaria de Relações Institucionais, o partido do presidente Lula passará por um processo de eleição interna para definir um novo comandante. Os petistas vão escolher, logo após o Carnaval, entre nomes do diretório nacional para assumir a chefia da sigla até a eleição definitiva, que deve ocorrer no meio do ano.

De acordo com o vice-presidente do PT, Washington Quaquá, a escolha do presidente interino deve ocorrer até a segunda semana de março. “O diretório vai escolher um nome. Precisamos escolher, no máximo, na semana posterior ao Carnaval”, afirmou petista ao Metrópoles. Além de fazer parte da cúpula da legenda, ele é prefeito de Maricá (RJ).

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Gleisi Hoffmann aconselhou presidente
Gleisi Hoffmann, ex-presidente nacional do PT
O líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), ao lado do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
O presidente Lula e o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE)
A tesoureira do PT, Gleide Andrade
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Ricardo Stuckert/PR
Gleisi Hoffmann aconselhou presidente
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A tesoureira do PT, Gleide Andrade

Sem racha

Quaquá afirmou que haverá eleição, mas descarta um racha no PT pela vaga de Gleisi. O dirigente afirmou que o nome deverá sair da corrente Construindo um Novo Brasil, majoritária dentro da sigla. Dela fazem parte nomes importantes que compõem o diretório, como: o líder do governo na Câmara, José Guimarães; a tesoureira da legenda, Gleide Andrade; e o secretário de Comunicação e deputado federal, Gilmar Tatto (SP).

Nos bastidores, o nome de José Guimarães é visto como favorito para o “mandato tampão”. Mas o líder governista ainda não confirmou a aliados se estaria disposto a ocupar o posto provisoriamente, uma vez que também é cotado para disputar em definitivo o comando do PT no meio do ano, contra o ex-prefeito de Araraquara, Edinho Silva.

Parte da cúpula petista, inclusive, estará junta no Carnaval do Rio de Janeiro. “Estarão juntos o pessoal do Romênio Pereira (secretário de Relações Internacionais da sigla), a Gleide e o Tatto… A discussão vai começar na Sapucaí”, brincou Quaquá. “Mas não teremos confusão ou racha, conseguiremos formar maioria, apesar de a acorrente minoritária também querer lançar um candidato próprio”, completou.

O diretório nacional do PT conta com 105 integrantes ativos. Dentre eles, também fazem parte: a deputada Benedita da Silva (RJ); o senador Humberto Costa (PE); o líder da sigla na Câmara, Lindbergh Farias (RJ); o deputado Odair Cunha (MG); e o historiador petista Valter Pomar.

Gleisi na SRI

Como mostrou o Metrópoles, a nomeação oficializada por Lula nesta sexta-feira (28/2) frustrou o Centrão. Eles avaliam que a escolha de Gleisi é uma má sinalização do Planalto ao grupo, uma vez que a atual presidente do PT é vista como um nome menos maleável à negociação política com os partidos que compõem a base, mas não compartilham das mesmas bandeiras do partido do presidente da República.

O Centrão tinha preferência por Isnaldo Bulhões, líder do MDB na Câmara, e Silvio Costa Filho, atual ministro de Portos e Aeroportos. Ambos fazem parte desse grupo político.

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