Genial/Quaest: após recuperação, aprovação de Lula estaciona em 46%

Conforme pesquisa Quaest, desaprovação também ficou estável, em 51%. Foram ouvidas 2.004 pessoas entre 12 e 14 de setembro

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Imagem colorida do presidente Lula de boné e microfone na mão - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida do presidente Lula de boné e microfone na mão - Metrópoles - Foto: KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo

A aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é de 46%, conforme pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira (17/9). Já a desaprovação é de 51%. Os índices são exatamente os mesmos de agosto, o que revela uma estabilidade na opinião da população, conforme o levantamento. Houve, ainda, 3% que não souberam opinar ou não responderam.

Desde maio deste ano, Lula vinha recuperando a aprovação. Naquele mês, o índice era de 40%, passou para 43% em julho e alcançou 46% em agosto, resultado agora repetido. A desaprovação vinha em queda. Em maio era de 57%, recuou para 53% em julho, encolheu para 51% em agosto e, agora, manteve o mesmo patamar.

Veja gráfico:

Os resultados por regiões tiveram variações apenas dentro da margem de erro da pesquisa, que é de dois pontos porcentuais. No entanto, a Região Nordeste ainda continua como aquela onde Lula tem a maior aprovação, com 60%. A desaprovação do presidente, entre os nordestinos, é de 37%, e 3% não souberam opinar ou não quiseram responder.

O cenário em relação à avaliação do governo Lula manteve-se praticamente estável. Os que consideram seu trabalho como positivo se mantêm nos 31% e os que enxergam como regular subiram de 27% para 28%.

Os que veem o trabalho do presidente como negativo passaram de 39% para 38%. Portantom as duas variações quanto à avaliação estão dentro da margem de erro, que é de dois pontos percentuais.

Notícias sobre o governo

A Quaest também levantou a percepção das notícias a respeito do governo. Há 45% que afirmam ter visto mais notícias negativas. Por outro lado, 27% veem mais notícias positivas e 25% não têm visto notícias. Houve ainda 3% que não souberam opinar ou não responderam.

As notícias mais positivas em relação ao governo foram, em ordem decrescente: ampliação dos programas sociais (7%); (Lula) desafiou Trump sobre a imposição de tarifas dos EUA (6%); e melhora da economia (3%). Na sequência, aparecem várias outras publicações com percentuais menores.

Já as fraudes nos descontos de aposentados e pensionistas aparecem como o tipo de notícia que mais desgastou o governo, com 9% de menções. Os outros dois assuntos mais citados são: aumento da inflação (8%) e taxação imposta pelos EUA (7%).

A pesquisa da Quaest foi realizada do dia 12 ao dia 14 de setembro. Ao todo, houve a aplicação de 2.004 entrevistas por questionário “face a face” em coleta domiciliar. O nível de confiança divulgado é de 95% e a margem de erro é de dois pontos percentuais.

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